Saúde·02 de abril de 2020

Alta Floresta (MT) tem 232 casos de dengue

As notificações de janeiro a 18 de março 2020 subiram para 232, dez vezes o valor do mesmo período de 2019, que foi de 21 notificações

Por Agência do Rádio
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Alta Floresta, em 2020, houve um salto nos casos dengue no município em relação ao ano passado. As notificações de janeiro a 18 de março 2020 subiram para 232, dez vezes o valor do mesmo período de 2019, que foi de 21 notificações. Os dados são do Boletim Epidemiológico da Dengue divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde. 

Para tentar frear esse crescimento, a principal estratégia de combate ao Aedes aegypti é a campanha “Eu e a Minha Família Combatemos Este Mosquito.” Essa ação é realizada nas escolas estaduais e municipais. Feita por meio do programa Saúde na Escola, uma parceria com a Defesa Civil, o objetivo é conscientizar as crianças sobre os riscos e formas de prevenção ao mosquito para que elas passem as informações às famílias. 

Como as atividades escolares estão afetadas por conta da crise do Covid-19, é importante que os moradores intensifiquem as atividades de combate em casa.
De acordo com dados do Ministério da Saúde, mais de 80% dos focos do mosquito estão dentro das casas. O Ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta explica que, se os cuidados necessários não forem tomados pela população, o número de casos não vai diminuir.

“Não há nenhuma cidade que possa dizer ‘eu não vou ter, estou imune’. E não é só uma coisa coletiva, esse mosquito é domiciliar, é da casa e vive em torno da casa. Então, toda a campanha, tudo o que a gente pode dizer que é muito importante a atitude da pessoa em relação à casa, à moradia, ao vaso de planta, à garrafa com a boca aberta, ao pneu que está largado lá atrás...”

No âmbito estadual, Mato Grosso registrou, neste início de 2020, uma explosão no número de casos de dengue. Desde janeiro, já foram 15,6 mil notificações em todo o estado, segundo dados da Secretaria de Estado de Saúde. O número é quase seis vezes maior que o mesmo período do ano passado, quando foram registrados 2,7 mil casos. Quatro mortes por dengue já foram confirmadas neste ano e duas ainda estão sendo investigadas.

O Secretário de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, Wanderson Oliveira, alerta que o período de maior incidência da dengue no país vai coincidir, muito provavelmente, com o pico de contaminação do COVID-19 e, por isso, é fundamental que a população aproveite a quarentena para, também, se proteger do mosquito transmissor. 

“Nós teremos, pelo menos, três epidemias simultâneas: coronavírus, que é uma novidade; teremos Influenza, que é uma rotina, todo ano acontece, e teremos, também, o pico de dengue. Então, é fundamental, e eu tenho chamado atenção, aproveitem que estão em casa e limpem o quintal, eliminem os focos de dengue”. 

E você? Já combateu o mosquito hoje? A mudança começa dentro de casa. Proteja a sua família. Para mais informações, acesse saude.gov.br/combateaedes.

Alta Floresta, em 2020, houve um salto nos casos dengue no município em relação ao ano passado. As notificações de janeiro a 18 de março 2020 subiram para 232, dez vezes o valor do mesmo período de 2019, que foi de 21 notificações. Os dados são do Boletim Epidemiológico da Dengue divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde. 

Para tentar frear esse crescimento, a principal estratégia de combate ao Aedes aegypti é a campanha “Eu e a Minha Família Combatemos Este Mosquito.” Essa ação é realizada nas escolas estaduais e municipais. Feita por meio do programa Saúde na Escola, uma parceria com a Defesa Civil, o objetivo é conscientizar as crianças sobre os riscos e formas de prevenção ao mosquito para que elas passem as informações às famílias. 

Como as atividades escolares estão afetadas por conta da crise do Covid-19, é importante que os moradores intensifiquem as atividades de combate em casa.

De acordo com dados do Ministério da Saúde, mais de 80% dos focos do mosquito estão dentro das casas. O Ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta explica que, se os cuidados necessários não forem tomados pela população, o número de casos não vai diminuir.

TEC./SONORA: Luiz Henrique Mandetta, ministro da Saúde

“Não há nenhuma cidade que possa dizer ‘eu não vou ter, estou imune’. E não é só uma coisa coletiva, esse mosquito é domiciliar, é da casa e vive em torno da casa. Então, toda a campanha, tudo o que a gente pode dizer que é muito importante a atitude da pessoa em relação à casa, à moradia, ao vaso de planta, à garrafa com a boca aberta, ao pneu que está largado lá atrás...”

No âmbito estadual, Mato Grosso registrou, neste início de 2020, uma explosão no número de casos de dengue. Desde janeiro, já foram 15,6 mil notificações em todo o estado, segundo dados da Secretaria de Estado de Saúde. O número é quase seis vezes maior que o mesmo período do ano passado, quando foram registrados 2,7 mil casos. Quatro mortes por dengue já foram confirmadas neste ano e duas ainda estão sendo investigadas.

O Secretário de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, Wanderson Oliveira, alerta que o período de maior incidência da dengue no país vai coincidir, muito provavelmente, com o pico de contaminação do COVID-19 e, por isso, é fundamental que a população aproveite a quarentena para, também, se proteger do mosquito transmissor. 

TEC/SONORA: Secretário de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, Wanderson Oliveira

“Nós teremos, pelo menos, três epidemias simultâneas: coronavírus, que é uma novidade; teremos Influenza, que é uma rotina, todo ano acontece, e teremos, também, o pico de dengue. Então, é fundamental, e eu tenho chamado atenção, aproveitem que estão em casa e limpem o quintal, eliminem os focos de dengue”. 

E você? Já combateu o mosquito hoje? A mudança começa dentro de casa. Proteja a sua família. Para mais informações, acesse saude.gov.br/combateaedes.
 

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