Política·01 de outubro de 2019

Alagoas terá de qualificar 62 mil trabalhadores em profissões industriais até 2023

Segundo Mapa do Trabalho Industrial, do SENAI, as áreas de metalmecânica e energia são as que mais demandarão técnicos capacitados em quatro anos

Por Juliana GonçalvesA carreira jornalística de Juliana deu início com assessoria de imprensa. Após um tempo, entrou como estagiária na redação da Agência do Rádio. Trabalhou, também, na TV Band com foco em política por um tempo e voltou para nossa redação como repórter em 2018.
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O estado de Alagoas terá de qualificar 62.495 trabalhadores em ocupações industriais nos níveis superior, técnico, qualificação e aperfeiçoamento entre 2019 e 2023. Os dados são do Mapa do Trabalho Industrial, elaborado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e divulgado nesta segunda-feira (30).
Segundo o coordenador de Educação Profissional do SESI/SENAI de Alagoas, Pedro Oliveira, entre as áreas que mais demandam formação técnica no estado, estão informática; eletrotécnica; edificações e metalmecânica.

Além da formação, Pedro ressalta que a qualificação profissional deve ser uma atividade constante na vida dos trabalhadores, já que o mercado de trabalho tem exigido cada vez mais atualizações.

“O mercado é dinâmico, muda bastante. É muito importante que todos estejam sempre atentos a essas mudanças. Uma alternativa para isso é a qualificação profissional, é o aperfeiçoamento. Então, estar sempre em busca de informação, de conhecimento, de aprender técnicas novas, tudo isso mantém o trabalhador inserido no mercado”, avalia.

Metalmecânica

Em Alagoas, o setor de metalmecânica precisará, segundo o estudo do SENAI, qualificar 1.714 novos profissionais técnicos nos próximos quatro anos. Essa área é vista como estratégica para a indústria, já que quase todas as outras do setor produtivo dependem dela. As indústrias desse segmento transformam metais nos mais diversos tipos de produtos, como máquinas e tubulações.

Para o diretor-executivo de Tecnologia da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), João Alfredo Delgado, a educação profissional é o grande diferencial para quem busca uma vaga de emprego dentro do setor industrial.

“A educação profissional é a solução. Quando a gente fala de vagas nas empresas que não estão sendo preenchidas, normalmente é que a pessoa não atende os skills, ou seja, não tem o perfil que está sendo procurado”, ressalta.

Como forma de mudar a realidade de milhões de brasileiros que estão desempregados, a saída, na avaliação da deputada federal Tereza Nelma (PSDB-AL), é ampliar a oferta de formação técnica e profissional.

“Eu defendo muito a educação profissional. Acredito na formação e sei que as escolas do SESI e do SENAI são escolas de primeira linha e muito bem aceitas pela comunidade”, afirma a parlamentar.

Qualificação profissional

Segundo o Mapa do Trabalho Industrial, entre as ocupações que exigem cursos de qualificação e que mais vão demandar profissionais capacitados, estão as de mecânicos de manutenção de veículos automotores (1.360) e padeiros, confeiteiros e afins (1074).

Para quem tiver interesse em saber mais sobre alguma dessas áreas, basta acessar o site fiea.org.br ou comparecer a uma das unidades da instituição. Mais informações podem consultadas pelo telefone (82) 2121-3000.

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Segundo o Mapa do Trabalho Industrial, entre as ocupações que exigem cursos de qualificação e que mais vão demandar profissionais capacitados, estão as de mecânicos de manutenção de veículos automotores (1.360) e padeiros, confeiteiros e afins (1074).

Para quem tiver interesse em saber mais sobre alguma dessas áreas, basta acessar o site fiea.org.br ou comparecer a uma das unidades da instituição. Mais informações podem consultadas pelo telefone (82) 2121-3000. Repetindo, (82) 2121-3000.

Reportagem, Juliana Gonçalves
 

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Sobre a repórter

Juliana Gonçalves

A carreira jornalística de Juliana deu início com assessoria de imprensa. Após um tempo, entrou como estagiária na redação da Agência do Rádio. Trabalhou, também, na TV Band com foco em política por um tempo e voltou para nossa redação como repórter em 2018.