A agricultura e a pecuária acumularam R$ 7,3 bilhões em prejuízos provocados por desastres entre julho e setembro de 2026. Os dados constam no Boletim El Niño 2026/2027, divulgado pela Confederação Nacional de Municípios (CNM). Desse total, R$ 5,6 bilhões correspondem à agricultura e R$ 1,7 bilhão à pecuária.
O estudo estima mais de R$ 12,6 bilhões em perdas no país entre 1º de julho e 30 de setembro. O levantamento reúne informações de municípios que decretaram situação de emergência ou estado de calamidade pública.
A agricultura foi a atividade econômica com o maior volume de prejuízos registrados. No Nordeste, as perdas no setor chegaram a R$ 3,4 bilhões, em meio a um cenário de seca e estiagem descrito pelo boletim.
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Os prejuízos também atingiram atividades urbanas. O comércio registrou R$ 895,8 milhões em perdas, enquanto o setor de serviços somou R$ 383 milhões e a indústria, R$ 123,8 milhões. Juntos, os três segmentos acumularam aproximadamente R$ 1,4 bilhão em prejuízos.
No geral, as perdas no setor privado foram estimadas em R$ 8,8 bilhões. A CNM também contabilizou R$ 3,6 bilhões em prejuízos públicos e R$ 283,4 milhões em danos a unidades habitacionais.
O boletim registra impactos de seca, estiagem, incêndios e excesso de chuvas, com diferenças entre as regiões do país. Os valores apresentados são estimativas de prejuízos.
Para melhorar a preparação dos municípios, a CNM recomenda atualizar os planos municipais de contingência e os mapeamentos de áreas de risco. A Nota Técnica nº 12, publicada em maio de 2026, reúne orientações para os gestores locais.
A agricultura e a pecuária acumularam SETE BILHÕES E TREZENTOS MILHÕES DE REAIS em prejuízos com desastres no Brasil entre julho e setembro deste ano. Os dados são da Confederação Nacional de Municípios, a CNM.
A agricultura concentrou a maior parte das perdas, com CINCO BILHÕES E SEISCENTOS MILHÕES DE REAIS. Na pecuária, o prejuízo chegou a UM BILHÃO E SETECENTOS MILHÕES.
No Nordeste, os danos à agricultura somaram TRÊS BILHÕES E QUATROCENTOS MILHÕES DE REAIS.
Os impactos também atingiram as cidades. O comércio perdeu quase NOVECENTOS MILHÕES DE REAIS. No setor de serviços, foram TREZENTOS E OITENTA E TRÊS MILHÕES. Já a indústria registrou prejuízos próximos de CENTO E VINTE E QUATRO MILHÕES DE REAIS.
Juntos, os três setores acumularam cerca de UM BILHÃO E QUATROCENTOS MILHÕES DE REAIS em perdas. No total, os prejuízos provocados pelos desastres no país ultrapassaram DOZE BILHÕES E SEISCENTOS MILHÕES DE REAIS.
Os números estão no Boletim El Niño 2026/2027. O levantamento reúne dados de municípios que decretaram situação de emergência ou estado de calamidade pública entre julho e setembro.
O documento registra ocorrências de seca, estiagem, incêndios e excesso de chuvas em diferentes regiões. As estimativas não permitem determinar, por si só, os efeitos dos desastres sobre os preços dos alimentos.
Para reduzir os impactos de novos eventos, a CNM recomenda que as prefeituras atualizem os planos de contingência e o mapeamento das áreas de risco.
Reportagem, Marquezan Araújo