Saúde·27 de abril de 2020

Agência Nacional de Águas analisará amostras de esgoto para avaliar incidência do novo coronavírus

A ação, batizada de Covid Esgotos, será realizada em diferentes pontos das sub-bacias sanitárias de Belo Horizonte e de Contagem, cidade da Região Metropolitana da capital mineira

Por Paulo OliveiraPaulo Oliveira é formado pela Universidade de Brasília (UnB), já foi repórter freelancer do jornal O Estado de São Paulo e repórter do SindSaúde DF. Como estagiário, passou pelo Jornal Destak, TV Câmara e Rede Globo.
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A Agência Nacional de Águas (ANA), autarquia ligada ao Ministério do Desenvolvimento Regional,  vai monitorar resíduos despejados em esgotos para estimar o número de pessoas infectadas pelo novo coronavírus. A ação, batizada de Covid Esgotos, será realizada em diferentes pontos das sub-bacias sanitárias de Belo Horizonte e de Contagem, cidade da Região Metropolitana da capital mineira.

Segundo a agência, os primeiros estudos vão ter duração de 10 meses e vão ser coordenados pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e vão ter a participação de instituições que estudam o meio ambiente. A Secretaria de Estado da Saúde e a Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) também integram a iniciativa. 

A detecção e a quatinficação da presença da Covid-19 nas amostras coletadas, de acordo com a Agência Nacional de Águas, vão auxiliar na elaboração de mapas para o acompanhamento de evolução da doença. 

Além disso, o projeto vai possibilitar a criação de um sistema de avisos que poderá antecipar medidas sanitárias a serem tomadas e prever possíveis diagnósticos em regiões que ainda não apresentaram casos do novo coronavírus.

A Agência Nacional de Águas (ANA), autarquia ligada ao Ministério do Desenvolvimento Regional,  vai monitorar resíduos despejados em esgotos para estimar o número de pessoas infectadas pelo novo coronavírus. A ação, batizada de Covid Esgotos, será realizada em diferentes pontos das sub-bacias sanitárias de Belo Horizonte e de Contagem, cidade da Região Metropolitana da capital mineira.

Segundo a agência, os primeiros estudos vão ter duração de 10 meses e vão ser coordenados pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e vão ter a participação de instituições que estudam o meio ambiente. A Secretaria de Estado da Saúde e a Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) também integram a iniciativa. 

A detecção e a quatinficação da presença da Covid-19 nas amostras coletadas, de acordo com a Agência Nacional de Águas, vão auxiliar na elaboração de mapas para o acompanhamento de evolução da doença. 

Além disso, o projeto vai possibilitar a criação de um sistema de avisos que poderá antecipar medidas sanitárias a serem tomadas e prever possíveis diagnósticos em regiões que ainda não apresentaram casos do novo coronavírus.

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Sobre a repórter

Paulo Oliveira

Paulo Oliveira é formado pela Universidade de Brasília (UnB), já foi repórter freelancer do jornal O Estado de São Paulo e repórter do SindSaúde DF. Como estagiário, passou pelo Jornal Destak, TV Câmara e Rede Globo.