Política·15 de julho de 2018

AGÊNCIA ENTREVISTA (BLOCO 2): Presidente de associação de bureaus de crédito tira dúvidas sobre cadastro positivo de consumidores

<p>Elias Sfeir &eacute; o presidente Executivo da Associa&ccedil;&atilde;o Nacional dos Bureaus de Cr&eacute;dito</p>

Por Agência do Rádio
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Estamos de volta com o Agência Entrevista. Meu nome é Paulo Henrique Gomes, repórter da Agência do Rádio Mais, e o papo de hoje é com o presidente Executivo da Associação Nacional dos Bureaus de Crédito, Elias Sfeir. O assunto abordado é o PLP 441/2017, que trata do novo Cadastro Positivo. No último bloco tratamos dos objetivos do projeto.

Dando continuidade, eu gostaria de retomar fazendo a seguinte pergunta: quem pode consultar as informações do Cadastro Positivo e que tipo de informação consta no Cadastro? Essa pergunta é interessante porque muitas críticas estão sendo feitas em relação à exposição dos dados dos consumidores.

Elias Sfeir, presidente Executivo da Associação Nacional dos Bureaus de Crédito (ANBC)

“As informações do Cadastro Positivo só podem ser usadas para análise de créditos e de negócios por empresas aptas a operar e receber dados positivos. E contam com a ferramenta adequada para garantir a segurança das informações".

O consumidor tem algum gasto para incluir o nome dele ou fazer alguma consulta no Cadastro? E após fazer parte, ele pode pedir a retirada do nome dele quando quiser?

Elias Sfeir, presidente Executivo da Associação Nacional dos Bureaus de Crédito (ANBC)

“Não. Nenhum custo vai entrar para consultar ou sair, se assim o consumidor preferir. Se ele quiser sair, ele sai no momento que ele quiser".

E pensando e uma escala mais abrangente, o novo Cadastro Positivo pode, de alguma forma, contribuir para o crescimento econômico do país?

Elias Sfeir, presidente Executivo da Associação Nacional dos Bureaus de Crédito (ANBC)

“Em países que têm Cadastro Positivo – são mais de 70 países no mundo – a economia é vibrante. A relação entre credor e consumidor é muito mais equilibrada, porque, uma vez o consumidor tendo a nota de crédito, ele também pode bater em vários agentes de crédito e negociar uma taxa mais justa para ele. E tem mais segurança para os agentes de crédito. A economia acaba se acelerando e traz todos os benefícios econômicos e sociais que um país precisa”.

Maravilha, Elias. Muito obrigado por aceitar o nosso convite e também, claro, pelos seus esclarecimentos sobre esse assunto. Esperamos contar com você em outras oportunidades. Esse foi o Agência Entrevista. Ficamos por aqui e até a próxima!

Confira o primeiro bloco desta entrevista

MAIS: Acesse a versão desta matéria para blogs e sites
 

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