Esporte·05 de junho de 2019

Adversário do Brasil na estreia, Bolívia tem apenas uma vitória nas últimas sete edições de Copa América

Último triunfo na competição foi em junho de 2015, quando “La Verde” venceu o Equador por três a dois

Por Paulo HenriqueFormado em Jornalismo e com Pós-Graduação em Gestão da Comunicação nas Organizações, possui experiência em redações e assessorias, atuou como estagiário na Secretaria de Saúde do Distrito Federal, no Portal R7 e na ASCOM da Câmara dos Deputados. Depois de formado, foi Assessor de Comunicação do Instituto de Migrações e Direitos Humanos e atualmente é repórter na Agência do Rádio.
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Ocupando a posição 63 no ranking da FIFA, a Bolívia é a pior colocada entre as dozes seleções que disputam a Copa América. O torneio começa no próximo dia 14 de junho. A final está marcada para sete de julho, no Maracanã.

A estreia da seleção brasileira é justamente diante dos bolivianos, no Morumbi. E a missão de segurar o ímpeto de Neymar e cia, que jogam uma Copa América em casa após 30 anos, parece uma missão quase impossível. Basta olhar para o retrospecto recente. No último domingo (2), a seleção boliviana perdeu para a França por dois a zero - já são sete jogos seguidos sem vencer e apenas um triunfo nos últimos 16.

A Bolívia está no grupo A, ao lado de Brasil, Peru e Venezuela. Após o jogo de abertura do torneio, o segundo compromisso de “La Verde” será contra o Peru, no dia 18 de junho, no Maracanã. Quatro dias depois, fechando a fase de grupos, enfrenta a Venezuela, no Mineirão. Os dois primeiros colocados de cada grupo se classificam para as quartas de final, assim como os dois melhores terceiros.

Nas últimas sete edições de Copa América, a seleção boliviana venceu apenas uma partida. Foi por três a dois contra o Equador, em 15 de junho de 2015.

Apesar da má fase, a esperança da Bolívia está nos pés de um velho conhecido dos torcedores brasileiros: Marcelo Moreno. O atacante jogou e fez carreira em equipes como Cruzeiro, Flamengo e Grêmio. Foi campeão baiano e mineiro, além de ter sido campeão brasileiro pela Raposa em 2014 e da Copa do Brasil pelo Fla, em 2013. Caso marque três gols nesta Copa América, o atacante, filho de brasileiro, se torna o maior artilheiro da história do país onde nasceu.

Se vive nas últimas décadas tempos de vacas magras, a seleção boliviana se apega ao fato de já ter sido finalista da Copa América em duas oportunidades, ambas diante do Brasil. Na altitude de Cochabamba, em 1963, derrotou a seleção canarinho por cinco a quatro no jogo decisivo. O troco veio em 1997, quando o Brasil venceu por três a um, com gols de Edmundo, Ronaldo e Zé Roberto. O título, na casa dos adversários, deu origem à famosa frase “vocês vão ter que me engolir”, um desabafo do então técnico Zagallo. De lá pra cá, a Bolívia não figurou mais entre os quatro primeiros da Copa América.

Ocupando a posição 63 no ranking da FIFA, a Bolívia é a pior colocada entre as dozes seleções que disputam a Copa América, torneio que começa no próximo dia 14 de junho. A final está marcada para sete de julho, no Maracanã.

A estreia da seleção brasileira é justamente diante dos bolivianos, no Morumbi. E a missão de segurar o ímpeto de Neymar e cia, que jogam uma Copa América em casa após 30 anos, parece uma missão quase impossível. Basta olhar para o retrospecto recente. Já são sete jogos seguidos sem vencer e apenas um triunfo nos últimos 16.

A Bolívia está no grupo A, ao lado de Brasil, Peru e Venezuela. Após o jogo de abertura do torneio, o segundo compromisso de “La Verde” será contra o Peru, no dia 18 de junho, no Maracanã. Quatro dias depois, fechando a fase de grupos, enfrenta a Venezuela, no Mineirão. Os dois primeiros de cada grupo se classificam para as quartas de final, assim como os dois melhores terceiros colocados.

Nas últimas sete edições de Copa América, a seleção boliviana venceu apenas uma partida. Foi por três a dois, contra o Equador, em 15 de junho de 2015.

Apesar da má fase, a esperança da Bolívia está nos pés de um velho conhecido dos torcedores brasileiros: Marcelo Moreno. O atacante jogou e fez carreira em equipes como Cruzeiro, Flamengo e Grêmio. Caso marque três gols nesta Copa América, o atacante, filho de brasileiro, se torna o maior artilheiro da história do país onde nasceu.

Vivendo nas últimas décadas tempos de vacas magras, a seleção boliviana se apega ao fato de já ter sido finalista da Copa América em duas oportunidades, ambas diante do Brasil. Na altitude de Cochabamba, em 1963, derrotou a seleção canarinho por cinco a quatro no jogo decisivo. O troco veio em 1997, quando o Brasil venceu por três a um, com gols de Edmundo, Ronaldo e Zé Roberto. O título, na casa dos adversários, deu origem à famosa frase do então técnico Zagallo.

SOBE SOM

De lá pra cá, a Bolívia não figurou mais entre os quatro primeiros da Copa América.

E você, acredita que a Bolívia vai surpreender na Copa América deste ano ou vai apenas passear por algumas de nossas cidades? A tendência é que Brasil e Peru fiquem nas duas primeiras colocações do grupo, enquanto a Bolívia deve brigar com a Venezuela pelo terceiro lugar.

Reportagem, Paulo Henrique Gomes

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Sobre a repórter

Paulo Henrique

Formado em Jornalismo e com Pós-Graduação em Gestão da Comunicação nas Organizações, possui experiência em redações e assessorias, atuou como estagiário na Secretaria de Saúde do Distrito Federal, no Portal R7 e na ASCOM da Câmara dos Deputados. Depois de formado, foi Assessor de Comunicação do Instituto de Migrações e Direitos Humanos e atualmente é repórter na Agência do Rádio.