Brasil·26 de fevereiro de 2019

Acionistas da Embraer aprovam acordo com Boeing

Aprovação foi uma das últimas etapas para decidir a criação de uma nova empresa, avaliada em US$ 5,26 bilhões

Por Thiago MarcoliniJornalista formado há quatro anos, com experiência em redação, rádio e assessoria de imprensa. Trabalhou na cobertura da Copa do Mundo 2014 e nas duas últimas eleições presidenciais. Antes de ingressar na equipe do Brasil61, passou pela Band News FM, Agência Brasília, além de ter trabalhado também com comunicação corporativa.
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Durante assembleia geral nesta terça-feira (26), acionistas da Embraer aprovaram a venda da divisão comercial da empresa para a norte-americana Boeing. A aprovação foi uma das últimas etapas necessárias para o negócio, que ainda precisa do aval das autoridades regulatórias. De acordo com a Embraer, 96,8% dos votos foram favoráveis à transação.

O negócio criará uma nova empresa composta pelas operações de aeronaves comerciais e serviços da Embraer. Ao fazer um pagamento de 4 bilhões e 200 milhões de dólares, a empresa dos Estados Unidos será dona de 80% das ações, no acordo que é avaliado em torno de mais de cinco bilhões de dólares. A Embraer fica com os 20% restantes.

Boeing e Embraer anunciaram que estudavam unir as empresas no fim de 2016, consolidando em uma só companhia de aviação que reuniria dois grandes negócios, uma de aviação de longa distância, especialidade da Boeing, e deslocamentos regionais, marca forte da Embraer.

A companhia brasileira foi privatizada em 1994, no governo de Itamar Franco. A expectativa é de que o processo de criação da nova empresa seja concluído até o fim deste ano.

Durante assembleia geral nesta terça-feira (26), acionistas da Embraer aprovaram a venda da divisão comercial da empresa para a norte-americana Boeing. A aprovação foi uma das últimas etapas necessárias para o negócio, que ainda precisa do aval das autoridades regulatórias. De acordo com a Embraer, 96,8% dos votos foram favoráveis à transação.

O negócio criará uma nova empresa composta pelas operações de aeronaves comerciais e serviços da Embraer. Ao fazer um pagamento de 4 bilhões e 200 milhões de dólares, a empresa dos Estados Unidos será dona de 80% das ações, no acordo que é avaliado em torno de mais de cinco bilhões de dólares. A Embraer fica com os 20% restantes.

Boeing e Embraer anunciaram que estudavam unir as empresas no fim de 2016, consolidando em uma só companhia de aviação que reuniria dois grandes negócios, uma de aviação de longa distância, especialidade da Boeing, e deslocamentos regionais, marca forte da Embraer.

A companhia brasileira foi privatizada em 1994, no governo de Itamar Franco. A expectativa é de que o processo de criação da nova empresa seja concluído até o fim deste ano.

Reportagem, Thiago Marcolini

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Sobre a repórter

Thiago Marcolini

Jornalista formado há quatro anos, com experiência em redação, rádio e assessoria de imprensa. Trabalhou na cobertura da Copa do Mundo 2014 e nas duas últimas eleições presidenciais. Antes de ingressar na equipe do Brasil61, passou pela Band News FM, Agência Brasília, além de ter trabalhado também com comunicação corporativa.