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TERMO DE USO E PARCERIA

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 Última atualização: 24 de dezembro de 2020 

saúde

22/04/2021 18:00h

Ministério da Saúde diz que orçamento é finito e as necessidades imensas

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Em audiência pública da Comissão Temporária da Covid-19 realizada por senadores na manhã desta quinta-feira (22), para debater as dificuldades dos estados e municípios no enfrentamento à pandemia, representantes das Secretarias de Saúde alertaram sobre a falta de dinheiro para manutenção de leitos, compra de medicamentos e avanço da vacinação e pediram aumento de repasses.

Os senadores questionaram os representantes das secretarias sobre ações prioritárias e a divisão de obrigações entre o governo federal, estados e municípios. O presidente do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), Carlos Lula, apontou o conflito federativo como um mobilizador de soluções e cobrou verbas federais. 

“Temos um déficit histórico de pelo menos 13 mil leitos de UTI a serem financiados pelo Ministério da Saúde excluída a pandemia da Covid-19”, pontuou. Segundo ele, o subfinanciamento do Sistema Único de Saúde (SUS) é um problema grave que precede a pandemia.

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Em resposta, o coordenador-geral de Controle de Sistemas e Serviços de Saúde da Secretaria de Atenção Especializada em Saúde do Ministério da Saúde, Josafá dos Santos, afirmou que o orçamento é finito e as necessidades imensas. “O orçamento quando chega para a gente já vem no limite para conseguirmos manter o que já temos habilitado hoje no Sistema Único de Saúde. O nosso grande problema é o orçamento”, afirmou.

Também estiveram presentes na audiência o auditor do Tribunal de Contas da União (TCU), Marcelo Chaves Aragão, e o secretário de Saúde de Rondônia, Fernando Máximo, representando a Região Norte do país, que sofre com o colapso vivido no sistema de saúde e se tornou o epicentro de novas cepas variantes do vírus. 

Vacinas

O presidente do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), Wilames Freire, avaliou que a lentidão no cronograma de vacinação se deve unicamente pela falta de insumos, não sendo explorada a capacidade máxima do sistema de saúde. “Estamos trabalhando hoje com 350 mil doses [vacina] administradas por dia, mas entendemos por experiência, como já foi comprovada durante a campanha da influenza, que podemos administrar até 2 milhões de doses de vacina por dia”, disse Wilames Freire. 

“O que falta mesmo é vacinas dentro do Programa Nacional de Imunização (PNI). Chegando vacinas dentro do PNI os municípios terão capacidade de trabalhar forte essa questão”, concluiu. 

Comissão

A Comissão Temporária foi criada para acompanhar as questões de saúde pública relacionadas ao coronavírus. Instituída em março, a ideia é monitorar a situação fiscal e a execução orçamentária e financeira das medidas relacionadas à emergência de saúde pública.

Composta por seis membros titulares e igual número de suplentes, a comissão conta com prazo de 120 dias de funcionamento. O presidente do colegiado e o vice-presidente são os senadores Confúcio Moura (MDB-RO) e Styvenson Valentim (Podemos-RN), respectivamente. 

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22/04/2021 00:00h

Pesquisa feita por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) levou em conta o resultado observado em 186 indivíduos hospitalizados com Covid-19 moderada ou grave

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Pacientes com Covid-19 que têm mais força e massa muscular tendem a permanecer menos tempo internados em decorrência da doença. É o que aponta um estudo feito por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP). A pesquisa levou em conta o resultado observado em 186 indivíduos hospitalizados com Covid-19 moderada ou grave.

Autor do estudo, o professor e pesquisador da Universidade de São Paulo (USP), Hamilton Roschel, explica que a pesquisa sugere que esses indicadores podem, portanto, ajudar a prever o tempo de internação pela enfermidade.

“Sabemos que o próprio período de hospitalização vai implicar em uma deterioração da saúde muscular do indivíduo. Ele vai perder muita força e muita massa muscular. Isso vai comprometer o processo de reabilitação desse paciente. Então, você ter uma reserva funcional é importante para te auxiliar no processo de recuperação”, destaca.

Acesse aqui o estudo na íntegra 

Para se chegar aos resultados da pesquisa, foi medida a força muscular dos pacientes assim que eles deram entrada no hospital. O procedimento foi realizado por meio de um equipamento de preensão manual utilizado para medir força. Já a massa muscular foi aferida com ajuda de um aparelho de ultrassom.

Diante desse contexto, o professor orienta que as pessoas pratiquem atividade física como forma de bloqueio da evolução da doença no corpo. “Garantir a prática de atividades físicas e uma saúde muscular adequada pode te preparar melhor para uma possível infecção pelo coronavírus”, afirma.

Outros marcadores

Roschel ressalta que não há sugestão de usar essas medidas com prejuízo de outros marcadores bioquímicos já consagrados para o prognóstico da doença, como saturação e proteína C reativa, entre outros. “A informação de massa e força muscular será ainda mais importante para tratar os sobreviventes, que podem apresentar sequelas”, pontua.

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“Em relação à saúde muscular, trata-se de um aspecto protetor adicional. É claro que não te garante imunidade em nenhum aspecto. Mas, certamente, é uma barreira a mais de defesa para o indivíduo”, complementa Roschel.

Reabilitação

A recuperação de pessoas que sobreviveram à Covid-19, mas desenvolveram uma variedade de sequelas é um dos problemas apontados entre tantos outros causados pela pandemia. Sendo assim, especialistas, afirmam, que a sindemia – como tem sido chamada a pandemia de síndrome pós-Covid que se anuncia – também vai significar uma elevada carga ao sistema de saúde.

“Os mais comprometidos parecem ser os pacientes que ficam mais tempo no hospital. Essa longa permanência está associada a uma sequência de eventos negativos e isso tem que ser pensado do ponto de vista do tratamento geral da doença. Quando os casos baixarem, a questão da reabilitação desses sobreviventes vai ser o maior problema que precisaremos enfrentar”, avalia Hamilton Roschel.

Outro estudo está sendo elaborado pelo grupo. O objetivo é descobrir o quanto força e massa muscular podem ser afetadas pela internação. “Com esse estudo, será possível analisar em que medida o tempo de internação compromete a funcionalidade do paciente. A partir desses resultados teremos repercussões muito importantes para a reabilitação”, destaca.

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15/04/2021 19:00h

“Como pega Covid?”, “Como tratar Covid?” e “Falta de ar Covid, o que fazer?” são dúvidas ainda comuns que vêm sendo pesquisadas com frequência na internet nos últimos dias

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Como se pega Covid? Como tratar Covid? Em caso de falta de ar por Covid, o que fazer? Essas dúvidas podem parecer bem esclarecidas para toda a população após um ano de pandemia, mas uma análise do Google Trends mostra que ainda há muitas dúvidas entre os brasileiros sobre o novo coronavírus.
 
A ferramenta do site de pesquisa mostra quais as buscas mais realizadas no Google em cada país e região. Dentro do termo “Covid”, questionamentos básicos evidenciam que é preciso ampliar o acesso à informação para esclarecer pontos da doença e evitar a disseminação da pandemia.

Na última semana, “Como saber se estou com Covid?” foi uma das perguntas mais pesquisadas no site, como aponta o Google Trends. Desde o começo da pandemia, o período entre 21 a 27 de março de 2021 foi o que mais registrou buscas desse questionamento. Naquela semana, o Brasil bateu dois recordes de mortes em decorrência do novo coronavírus em 24 horas, com 3.250 óbitos no dia 23 e 3.650 mortes no dia 26.
 
Hugo Cândido, especialista em tecnologia da SysCoin, explica como funciona a plataforma que permite visualizar essas buscas. “O Google Trends é uma ferramenta da própria empresa, disponibilizada gratuitamente, para que a gente consiga pesquisar os termos mais populares que são pesquisados na plataforma do Google recentemente. Nós conseguimos entrar com pesquisas e descobrir o quanto as pessoas estão buscando por aquele termo em um passado recente. Um mês, uma semana, dois meses ou até mesmo no último ano. E aí você consegue descobrir a frequência com que as pessoas pesquisam aquele termo”, detalha.
 
O site não mostra a quantidade absoluta de pesquisas, mas mostra o volume de pesquisas, com valores entre zero — que significa que não havia dados suficientes sobre o termo para uma estatística — e 100 — que representa o pico de popularidade de um termo. O pico de pesquisas da palavra “Covid” também aconteceu entre 21 e 27 de março deste ano.

Dúvidas gerais

Outras dúvidas da população pesquisadas no Google com frequência nas últimas semanas são perguntas como: “Estou com Covid, o que fazer?”, “Falta de ar por Covid, o que fazer?”, “Contato com pessoa com Covid, o que fazer?” e “Como pega Covid?”. Hugo Cândido lembra que esses dados podem ser úteis de diversas formas. 

  1. Como se pega a Covid-19?
  2. Como saber se estou com Covid?
  3. Covid-19: Falta de ar, o que fazer?
  4. O que fazer após contato com pessoa com Covid?
  5. Estou com Covid-19, e agora? Médicos respondem o que fazer

“A ferramenta do Google Trends permite fazermos essas pesquisas e tirar insights para campanhas ou descobrir até mesmo a melhor forma de se comunicar com certo público”, diz o especialista em tecnologia. Dentro dessa análise de que as buscas podem ser caminhos para levar informações de qualidade, o portal Brasil61.com preparou uma série de matérias com especialistas esclarecendo as principais dúvidas em relação à pandemia.

A infectologista Evelyne Girão, do Hospital São José (HSJ), em Fortaleza, foi uma das profissionais de saúde convidadas para esclarecer alguns temas. O termo “Falta de ar Covid” mostra que muitas pessoas contaminadas ficam sem saber o que fazer após sentir dificuldade respiratória. Para a médica, esse sintoma é considerado grave e deve ser acompanhado por um especialista.
 
“Caso o paciente apresente algum sinal de gravidade, febre constante, falta de ar, desmaio, tosse persistente, principalmente se tiver em torno do 7º dia [após a contaminação], ele tem que procurar um médico para fazer uma avaliação. Avaliar a saturação, coletar alguns exames, e caso indicado a necessidade de internação”, pontua. 
 
Entre os dez estados que mais pesquisaram no Google sobre falta de ar durante os últimos 12 meses, nove são unidades da federação do Norte ou Nordeste. O Amapá lidera em buscas sobre esse sintoma da doença, e é o segundo estado com mais casos de contaminações no Brasil a cada 100 mil habitantes. Na aba “assuntos relacionados”, o Google Trends mostra também que a pesquisa sobre “saturação de oxigênio” teve um aumento repentino nos últimos dias.

Buscas dinâmicas

 

A ferramenta do site de pesquisas é atualizada a todo instante. No momento em que a reportagem estava sendo escrita, esses eram os cinco tópicos mais buscados em relação ao novo coronavírus incluindo a palavra “como”, para indicar as dúvidas dos brasileiros:

  1. Como tratar Covid?
  2. Como tomar ivermectina?
  3. Como saber se estou com Covid?
  4. Como pega Covid?
  5. Como está o coronavírus?

Dentro do campo de perguntas que incluem “o que fazer?”, essas foram as cinco mais pesquisadas no momento:

  1. Sintomas de Covid, o que fazer?
  2. Covid positivo, o que fazer?
  3. Falta de ar por Covid, o que fazer?
  4. Estou com Covid, o que fazer?
  5. Contato com pessoa com Covid, o que fazer?

 O médico Julival Ribeiro, membro da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), também participou das matérias de esclarecimento e respondeu uma dessas dúvidas frequentes de muitas pessoas que vão até o Google procurar respostas: “Estou com Covid, o que fazer?”. Segundo o especialista, os pacientes liberados para o tratamento em casa, com casos leves, devem tomar precauções específicas.
 
“Se você tiver uma Covid leve, deve ficar em casa, isolado em um quarto, usando, se possível, um banheiro exclusivo para você. Se for sair do seu quarto, tem que usar máscaras para não contaminar as outras pessoas. Uma das coisas mais importantes hoje é quem está com Covid observar como vai a evolução do seu caso. Imagine uma febre que não passe de jeito nenhum, pacientes às vezes que têm falta de ar, muito cansaço. Eles devem procurar uma unidade hospitalar”, ressalta.

UTI Covid

O Google Trends analisa também que nunca se buscou tanto por “UTI” na internet como neste período de pandemia. O site tem um banco de dados computados desde 2004, e aponta que abril de 2020 e março de 2021 foram os meses em que mais se pesquisou por unidade de tratamento intensivo em todo esse período histórico. 
 
Atualmente, o Brasil acumula 361.884 óbitos na pandemia e 13,6 milhões de pessoas que já tiveram contato com a Covid-19. Ao todo, são 12 milhões de curados e 1 milhão de brasileiros com casos ativos da doença. 

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14/04/2021 16:00h

Questionamento “Como saber se estou com Covid?” ainda é grande entre a população em geral, que tem buscado essa pergunta no Google nas últimas semanas, segundo ferramenta de análise de pesquisas do site

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Após um ano dos primeiros casos da Covid-19 no Brasil, a pandemia continua deixando marcas de contaminados e óbitos em decorrência da doença, assim como dúvidas sobre o vírus que ainda é decifrado pela comunidade científica. Como saber se estou com Covid, por exemplo?

Saber se está ou não com a infecção é uma das principais perguntas dos brasileiros. É isso que aponta o Google Trends, ferramenta do site de pesquisa que mostra quais as buscas mais realizadas em cada região. “Como saber se estou com Covid?” foi um dos termos mais pesquisados nos últimos dias. 

Cláudio Maierovitch, médico sanitarista da Fiocruz, lembra que a forma mais precisa de ter um diagnóstico é realizando a testagem. 

Como saber se estou com Covid?

“A maneira de saber se a pessoa está com Covid-19 ou não, além de ser vista por um profissional da saúde, é fazendo um exame que colhe o material do nariz ou da garganta, e mostra se o vírus está presente ali ou não”, explica. O Ministério da Saúde esclarece que “o diagnóstico laboratorial para identificação do vírus SARS-CoV2 é realizado por meio das técnicas de RT-PCR em tempo real e sequenciamento parcial ou total do genoma viral”, diz Cláudio.

Tipos de testes:

 

  1. RT-PCR, com sequenciamento parcial ou total do genoma viral;
  2. Teste rápido SARSCoV-2 para detecção anticorpos IgM e IgG.

 

O Ministério da Saúde alerta que o teste rápido “deve ser usado como uma ferramenta para auxílio no diagnóstico da doença”, sendo que “resultados negativos não excluem a infecção por SARS-CoV2 e resultados positivos não podem ser usados como evidência absoluta de SARS-CoV2”. 

Ou seja, na dúvida, o ideal é procurar atendimento médico e realizar os exames solicitados, como o RT-PCR, que colhe um material do nariz por meio de um swab, espécie de cotonete longo utilizado nessas avaliações. O quadro clínico que é considerado suspeito para a contaminação é caracterizado por sintomas como a síndrome gripal. “No entanto, casos iniciais leves, subfebris, podem evoluir para elevação progressiva da temperatura e a febre ser persistente além de 3-4 dias, ao contrário do descenso observado nos casos de Influenza. O diagnóstico depende da investigação clínico-epidemiológica e do exame físico”, diz o Ministério da Saúde, na plataforma oficial do coronavírus. 

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Saúde
14/04/2021 11:45h

Segundo Augusto Aras, “a proposta de modulação postulada pela PGR é suficiente para a preservação do interesse público e da saúde dos profissionais mais diretamente envolvidos no combate à pandemia”

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A Procuradoria Geral da República (PGR) se posicionou contrária à ampliação da decisão que permite a percepção de salário cumulada a aposentadoria especial durante a pandemia.

O procurador-geral da República, Augusto Aras, chegou a enviar ao Supremo Tribunal Federal (STF) um parecer contra embargos de declaração que estendiam a outros profissionais, além dos que já atuam na linha de frente contra a Covid-19, permissão para receber aposentadoria especial enquanto continuam na ativa.

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Os embargos haviam sido propostos pelo Sindicato dos Trabalhadores no Comércio de Minérios, Derivados de Petróleo e Combustíveis de Santos e Região. A intenção era estender o benefício a trabalhadores da cadeia de suprimento de combate à pandemia.

No entanto, Aras alega que, se houver ampliação da medida a um rol muito grande de categorias profissionais, acarretaria esvaziamento de tese fixada pelo STF, além de afetar o equilíbrio atuarial da Previdência e a preservação da saúde dos aposentados especiais.

Sendo assim, o PGR entende que o Supremo deve negar o pedido. Segundo ele, “a proposta de modulação postulada pela PGR é suficiente para a preservação do interesse público e da saúde dos profissionais mais diretamente envolvidos no combate à pandemia.”

 

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13/04/2021 11:30h

Especialistas esclarecem pontos ainda questionados pela população para frear o avanço da doença

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A pandemia no Brasil alcançou um patamar ainda mais preocupante em 2021, com recordes de números de casos e óbitos em decorrência da doença. Nesse cenário, especialistas reforçam as campanhas de conscientização para sanar as principais dúvidas da população com informações oficiais. Saber como se dá a contaminação é algo que ainda pode ser melhor esclarecido, por exemplo. É isso que aponta o Google Trends, ferramenta do site de pesquisa que mostra quais as buscas mais realizadas em cada região. “Como se pega Covid?” foi um dos questionamentos mais pesquisados nos últimos dias. 

Cláudio Maierovitch, médico sanitarista da Fiocruz, detalha o vírus para explicar a forma de entrada no corpo humano. “A Covid é uma doença que passa de uma pessoa para outra. Ela vai pela respiração, pela fala, pelo canto [objetos, superfícies],  por aquelas secreções, aquelas gotinhas que a gente elimina pela boca, pelo nariz e que, tendo contato com a boca, o nariz, os olhos de outra pessoa, pode transmitir a doença. Geralmente, os sintomas são muito parecidos no início com o de um resfriado ou uma gripe. A pessoa pode ter febre, nariz entupido, tosse. A doença pode não dar sintoma nenhum e mesmo assim haver infecção. E mesmo assim pode causar até sintomas muito graves que vão piorando dia a dia.”
 
A fala do médico deixa claro que cuidados como utilizar máscaras adequadas, manter o distanciamento entre pessoas e evitar locais fechados com desconhecidos são básicos neste momento da pandemia. O Ministério da Saúde também lembra que são três as formas mais comuns de transmissão da doença. 
 
A transmissão por contato é a primeira, quando há transmissão da infecção por meio do contato direto com uma pessoa infectada. Por exemplo, ao tocar os olhos após um aperto de mão contendo partículas virais. A transmissão por gotículas é a segunda, quando alguém fica exposto às gotículas respiratórias expelidas contendo vírus, ao ficar perto de alguém que tossiu ou espirrou, por exemplo. A terceira é a chamada “transmissão por aerossol”, que se dá por meio de gotículas respiratórias menores contendo vírus e que podem permanecer suspensas no ar, sendo levadas por distâncias maiores que 1 metro e por períodos mais longos.
 

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13/04/2021 11:00h

Organização Mundial da Saúde reforçou que medidas de contenção comprovadas, como uso de máscaras e a manutenção do distanciamento físico, podem fazer a situação ser controlada em meses

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou que a pandemia da Covid-19 está longe de terminar. O órgão afirmou que a disseminação do vírus e variantes vem sendo impulsionada pela “confusão, negligência e inconstância nas medidas de saúde pública”. 

O diretor-geral da instituição avaliou ainda que as unidades de tratamento intensivo (UTIs) sobrecarregadas e mortes em decorrência da doença são totalmente evitáveis, com medidas de contenção comprovadas, que podem fazer a situação ser controlada em meses. 

Até esta última segunda-feira (12), cerca de 780 milhões de vacinas contra a Covid-19 haviam sido aplicadas no mundo, mas a OMS pontuou que somente a aplicação dos imunizantes não é uma garantia de contenção da pandemia. 

A organização ressaltou a importância de ações como o uso de máscaras e a manutenção do distanciamento físico. 

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13/04/2021 10:00h

O número de pessoas recuperadas chega a 11,9 milhões. De acordo com o Ministério da Saúde, nas últimas 24 horas, foram registrados 35,7 mil novos casos e 1,4 mil mortes

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Dados do Ministério da Saúde divulgados nesta segunda-feira (12) revelam que o Brasil registra um acumulado de 13,5 milhões de casos confirmados de Covid-19 e 354,6 mil mortes em decorrência da doença.

O número de pessoas recuperadas chega a 11,9 milhões. De acordo com a pasta, nas últimas 24 horas, foram registrados 35,7 mil novos casos e 1,4 mil mortes.

São Paulo ainda é o estado com o maior número de casos acumulados de Covid-19 desde o início da pandemia. A Unidade da Federação conta com 2,6 milhões de casos e 83 mil óbitos.

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Na sequência aparecem Minas Gerais, com 1,2 milhão de casos e 28 mil óbitos; Rio Grande do Sul, com 892 mil casos e 22 mil óbitos; e Paraná, com 884 mil casos e 19 mil óbitos.

O Ministério da Saúde também revela que 3,5 mil óbitos ainda estão em investigação.

 

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07/04/2021 00:00h

Para o deputado federal Paulo Eduardo Martins (PSC/PR), a iniciativa cria uma pluralidade de fontes de vacinação e assim amplia a velocidade da imunização

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A compra de vacinas contra a Covid-19 foi facilitada com a sanção do PL 534/2021, que autoriza que estados, municípios e o setor privado adquirirem imunizantes. Até esta terça-feira (06) o estado do Paraná já havia distribuído 966 mil doses para os municípios. A medida deve ampliar a escala de vacinação, contribuindo para a imunização em massa.
 
O deputado federal Paulo Eduardo Martins (PSC/PR) destacou a importância da iniciativa para o aumento da escala de vacinação. “Se a gente abre o mercado para que empresas possam adquirir, considerando que  o governo já anunciou que firmou todos os contratos necessários  para suprir 100% da demanda do SUS, nós vamos, então, gerar pluralidade de fontes de vacinação e, assim, ampliar a velocidade”, avaliou. 
 
Segundo o PL aprovado, enquanto houver vacinação de grupos prioritários, as empresas que fizerem a aquisição de imunizantes devem doar todas as doses ao SUS, e após essa vacinação prioritária, ainda doar metade das doses, só então iniciando a vacinação de seus funcionários. A previsão é de que o grupo prioritário termine a vacinação apenas em junho.

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Existem outros projetos em tramitação que também visam a compra dos imunizantes. Entidades do setor produtivo vêm manifestando que a imunização em massa deve promover a retomada da economia, por isso o processo necessita de celeridade, acontecendo com a permissão da compra de vacinas por pessoas jurídicas.
 
A especialista em direito público Amanda Caroline avaliou que a apresentação de projetos de lei para que pessoas jurídicas possam adquirir vacinas são iniciativas concomitantes, com a iniciativa privada se tornando um suporte do poder público na busca de imunização de mais pessoas.
 
“Apesar de já ter sido iniciado esse processo de vacinação, o percentual de pessoas vacinadas é muito pequeno. Então, com esse projeto de lei será possibilitado que a iniciativa privada auxilie na aquisição e, consequentemente, o número de pessoas vacinadas será bem maior”, destacou. 

Incentivo fiscal

Diversas medidas que permitem a inserção da iniciativa privada em medidas de enfrentamento à pandemia estão em pauta. Entre outras propostas que ainda tramitam no Congresso, estão a previsão de dedução no Imposto de Renda de Pessoa Jurídica das despesas efetuadas com a aquisição das vacinas.
 
Também seguiu para sanção presidencial o projeto aprovado pelo Senado, dia 30 de março, que cria incentivo fiscal a empresas que contratarem leitos de UTI da rede privada para pacientes do SUS com Covid-19. O mesmo pode acontecer com a aquisição de vacinas. 

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06/04/2021 11:50h

Secretarias estaduais e municipais podem participar da premiação relatando experiências que se destacam pela melhoria do acesso à população e pela organização do cuidado à saúde da mulher

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O Ministério da Saúde lançou o 1º Prêmio Prevenção e Controle do Câncer. A iniciativa busca reconhecer o trabalho de secretarias estaduais e municipais que se destacam pela melhoria do acesso à população e pela organização do cuidado à saúde da mulher. 

O governo federal abriu as inscrições para o prêmio nesta terça-feira (6), às 10h. A ação irá divulgar as medidas de prevenção e controle do câncer realizadas em todo o país, para reforçar a importância da integralidade e da coordenação do cuidado. 

Ao todo, são oito linhas temáticas abrangidas: Prevenção do Câncer de Mama e de colo do útero; Rastreamento do Câncer de Mama; Detecção Precoce do Câncer de Mama e de colo do útero; Qualificação do SUS; Linhas de cuidado e humanização; Acesso e Regulação; Organização da rede durante a pandemia considerando a Atenção Oncológica e Cuidados Paliativos.

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A avaliação do prêmio será realizada por um comitê formado por representantes do Ministério da Saúde e convidados. A primeira etapa acontece entre os dias 26 de abril e 10 de maio. Entre os dias 11 e 24 do mesmo mês, serão classificadas as cinco melhores iniciativas. Um evento será realizado em 31 de maio, com transmissão ao vivo para homenagear os vencedores.

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