saúde

04/10/2021 21:10h

A estação funcionará de domingo a domingo, das 8h às 17h

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Para conter o aumento de casos de coronavírus em Pernambuco, a Secretaria Estadual de Saúde instalou um ponto de testagem de Covid-19 no Aeroporto Internacional do Recife. A testagem começou a valer nesta segunda-feira (4) e vai funcionar todos os dias - das 8h às 17h.

Nas últimas 24 horas, Pernambuco contabilizou mais 16 mortes e 94 casos de covid-19. Ao todo, o estado soma 19.780 óbitos e 621.928 infecções.

Segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), em maio deste ano, o Aeroporto do Recife foi o quarto mais movimentado do Brasil, com mais de 475 mil embarques e desembarques.

A testagem, que será gratuita, contemplará passageiros, tanto de voos nacionais como de internacionais, funcionários e pessoas que circulam pelo local diariamente.

Para o secretário estadual de Saúde, André Longo, a testagem é importante para mapear o vírus. "Aumentar o acesso da população à testagem para a Covid-19 é essencial no monitoramento do novo coronavírus em Pernambuco. O posto do TestaPE no Aeroporto Internacional do Recife é resultado de muitos esforços para garantir a implementação do principal eixo do Programa: ofertar testes rápidos de antígeno em pontos com grande circulação de pessoas", pontua.

O esquema de testagem funcionará da seguinte forma: ao realizar o teste, o passageiro já sai do local com o laudo do exame, que fica pronto em cerca de 20 minutos. Uma parte dos casos positivos também pode passar por coleta de RT-PCR para submeter a amostra, se possível, ao sequenciamento genético. Os casos positivos também são orientados por especialistas quanto ao isolamento que deve ser cumprido.

O governo de Pernambuco afirma que investiu R$ 7,6 milhões com a compra de mais de 1 milhão de testes que diagnosticam o coronavírus. Parte deles enviada para que as prefeituras possam articular suas estratégias de testagem.

A secretária executiva de Vigilância em Saúde da SES-PE, Patrícia Ismael, diz que a ideia é oferecer o diagnóstico de forma itinerante para que mais pessoas possam realizar a testagem.

"O principal objetivo dessas ações itinerantes é aumentar o acesso aos testes a qualquer pessoa que queira realizá-lo, proporcionando testagem gratuita ao maior número de indivíduos. Como estaremos em pontos e locais estratégicos e o resultado do teste de antígeno é entregue em até 20 minutos após sua realização, pretendemos rastrear e isolar casos ativos da doença de forma rápida, segura e eficaz", explica.

Além do Aeroporto, os moradores da capital pernambucana interessados em fazer o teste de Covid-19 podem se dirigir aos locais já conhecidos por eles como: Terminal Integrado de Passageiros (TIP), no bairro Curado, Centros de testagem mantidos pelo Governo do Estado no Centro de Convenções, em Olinda, no Geraldão e também no Centro de Formação do Servidor Público do Estado.


Dados da Covid-19

O Brasil registrou mais 9.004 casos e 225 óbitos por Covid-19,  de acordo com o balanço mais recente do Ministério da Saúde. Desde o início da pandemia, mais de 21.468.121 milhões de brasileiros foram infectados pelo novo coronavírus. O número de pessoas que morreram pela doença no País é superior a 597.948. 

A quantidade de pessoas recuperadas da doença, por sua vez, chega a 20.442.653 milhões. O Rio de Janeiro ainda é o estado com a maior taxa de letalidade entre as 27 unidades da federação 5,15%, embora não conte com o maior número de vítimas fatais. O índice médio de letalidade do País é de 2,79%.

Taxa de letalidade nos estados 

  • RJ 5,15%
  • SP 3,43%
  • PE 3,18%
  • AM 3,22%
  • MA 2,85%
  • PA 2,82%
  • GO 2,72%
  • CE 2,58%
  • AL 2,61%
  • PR 2,59%
  • MS 2,56%
  • MG 2,55%
  • MT 2,45%
  • RO 2,46%
  • RS 2,42%
  • PI 2,19%
  • BA 2,17%
  • SE 2,16%
  • ES 2,14%
  • DF 2,11%
  • PB 2,11%
  • AC 2,09%
  • RN 1,99%
  • TO 1,69%
  • SC 1,62%
  • AP 1,61%
  • RR 1,59%
  • BR 2,79%
     

Os números têm como base o repasse de dados das Secretarias Estaduais de Saúde ao órgão.

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Saúde
26/09/2021 17:50h

No total, 123.352 pessoas foram imunizadas nos postos da cidade

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A prefeitura da cidade do Rio de Janeiro bateu um recorde positivo na pandemia: 123.352 pessoas foram vacinadas no último sábado (25). Foram aplicadas 53.306 primeiras doses, 57.734 segundas doses e 12.312 doses de reforço. Com isso, 98,2% das pessoas acima de 12 anos foram vacinadas com a primeira dose contra a Covid-19. No geral, 62,1% já estão totalmente imunizados com a segunda dose ou dose única.

 

O secretário municipal de Saúde do Rio de Janeiro, Daniel Soranz, comentou que a vacinação em ritmo intenso tem diminuído o número de infectados. “As pessoas, nessas últimas quatro semanas, têm ido aos postos de saúde para receber a vacina contra a Covid-19 e isso tem reduzido o número de internações, de óbitos e de casos leves da doença”, comemora.

 

Vacinação

Segundo o último boletim divulgado pelo Ministério da Saúde, foram aplicadas 230,5 milhões de doses no Brasil, sendo 144,4 milhões de primeiras doses e 86 milhões de segundas doses e doses únicas.

 

Também foram aplicadas 26,7 mil doses adicionais em imunossuprimidos e 461,6 mil doses de reforço. No total, foram aplicadas nas últimas 24 horas, segundo o boletim, 1,18 milhão de doses.

 

Até agora foram distribuídas para as unidades da Federação 284,6 milhões de doses, sendo que 273,1 foram entregues aos estados e ao Distrito Federal há mais de sete dias e 11,5 milhões foram enviadas e estão em processo de distribuição.

 

Dados Covid-19

O Brasil registrou 15.688 novos casos e 537 óbitos por Covid-19 nas últimas 24 horas, de acordo com a última atualização do Ministério da Saúde. Ao todo, mais de 210.145.125 milhões de brasileiros foram infectados pelo novo coronavírus desde o início da pandemia. O número de pessoas que morreram pela doença no país é 594.200 mil. Mais de 20.333.908 milhões de pessoas já se recuperaram da Covid-19 e outros 415.196 casos ainda estão em acompanhamento. 

 

Os números têm como base o repasse de dados das Secretarias Estaduais de Saúde ao órgão. Acesse as informações sobre a Covid-19 no seu estado e município no portal brasil61.com/painelcovid.  

 

 

Taxa de letalidade nos estados

  • SP - 3,42%
  • PE - 3,18%
  • AM - 3,22%
  • MA - 2,86%
  • PA - 2,82%
  • RJ - 5,13%
  • GO - 2,72%
  • CE - 2,62%
  • AL - 2,60%
  • PR - 2,59%
  • MS - 2,56%
  • MG - 2,55%
  • MT - 2,55%
  • RO - 2,46%
  • RS - 2,42%
  • PI - 2,19%
  • BA - 2,18%
  • SE - 2,16%
  • ES - 2,15%
  • DF - 2,11%
  • PB - 2,11%
  • AC - 2,09%
  • RN - 2,85%
  • TO - 1,69%
  • SC - 1,61%
  • AP - 1,61%
  • RR - 1,58%
  • Brasil - 2,8%

Os números têm como base o repasse de dados das Secretarias Estaduais de Saúde ao órgão. Acesse as informações sobre a Covid-19 no seu estado e município no portal brasil61.com/painelcovid.  

 

 

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17/09/2021 22:05h

O reajuste negativo é de 8,19% e todas as empresas de plano de saúde são obrigadas a aderir à determinação da ANS

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Na contramão de outros serviços básicos que tiveram aumento recentemente, os planos de saúde individuais e familiares ficaram mais baratos. O reajuste negativo de 8,19%, anunciado pela Agência de Saúde Suplementar (ANS), começou a valer em junho deste ano e vai até abril de 2022. 

Pagando R$ 400,00 no plano de saúde que usa desde janeiro, o jornalista Victor Henrique ainda não teve redução no valor da sua mensalidade, mas avalia de forma positiva a ação da ANS. “Eu acho muito importante diminuir os valores dos planos de saúde nessa época de pandemia, mesmo tendo muitas pessoas vacinadas. A inflação fez com que os preços das coisas ficassem mais caros e têm muitas pessoas fazendo sacrifício para poder manter o plano, mesmo tendo gastos com gás, gasolina e outras coisas”, opina.

Assim como Victor, outros consumidores ainda não tiveram redução no valor que estão pagando, mesmo com o reajuste já em vigência. De acordo com a ANS, o desconto nos valores de planos de saúde é aplicado no aniversário de cada contrato, e não após a determinação do órgão. Ou seja: quem tem direito ao reajuste só vai notá-lo após um ano ou mais de contrato. Sendo assim, Victor terá o desconto apenas em janeiro de 2022. 

Planos de saúde são obrigados a cobrir testes de detecção da Covid-19

Suspensão da venda de oito planos de saúde entra em vigor

Paulo Rebello, diretor-presidente da ANS, explica que a queda no número de demandas foi o que motivou o reajuste. “A metodologia de cálculos de reajustes dos planos individuais ou familiares utilizada pela ANS desde 2019 tem como um dos fatores a frequência de utilização dos planos de saúde no ano anterior. O percentual negativo definido este ano reflete a queda de 17% do número de consultas, terapias exames e cirurgias no ano passado em relação a 2019, em decorrência ao isolamento social causado pela pandemia do coronavírus”, esclarece. 

Evolução do valor comercial médio

A queda no número de consultas preocupa o diretor. Na cardiologia, por exemplo, os números mostram que as consultas caíram 23,4% e as internações por infarto agudo de miocárdio custeadas pelos planos de saúde privados subiram 14%. “A queda na realização de consultas de rotinas, de exames preventivos e de tratamentos de doenças crônicas é bastante preocupante porque pode agravar problemas já existentes ou deixar doenças que poderiam ser identificadas e tratadas em fase inicial”, alerta. 

Direito

O especialista em direito constitucional Ariel Sangaletti diz que todas as operadoras de planos de saúde são obrigadas a aplicar o desconto dado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e pede que os consumidores informem ao órgão caso o reajuste não tenha sido feito. “É importante esclarecer que o reajuste negativo definido pela ANS é obrigatório para todas as empresas de planos de saúde, pois a ANS entende que o consumidor, de forma isolada, é a parte mais frágil da relação contratual. Caso a empresa não oferte a redução da mensalidade, é preciso reclamar na ouvidoria da ANS e no PROCON.”

Visão geral de planos ativos

Onde reclamar: Disque ANS, 0800 701 9656; Fale Conosco, em gov.br/ans; ou para deficiente auditivo, 0800 021 2105.

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14/09/2021 03:00h

O local promoveu uma campanha recente com o objetivo de captar mais voluntários para a doação

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A situação  do estoque de Parintins precisa de uma atenção especial para a tipagem sanguínea O positivo. No entanto, o armazenamento, no geral, está bom, já que a região promoveu uma campanha recente para captar mais doadores, como informa Eliana Maria de Farias, gestora da Unidade de Coleta e Distribuição de Sangue em Parintins.

“A gente pede para que você, doador que estiver em tempo hábil para doação, que doe sangue a fim de que nosso estoque não entre em colapso. Tivemos uma baixa no nosso estoque na pandemia, mas tivemos estratégias que funcionaram para que não ficássemos sem sangue”, relembra.

Doadora diamante 

Com mais de 60 doações acumuladas, Jussara Carla Michilis repete o ato desde 1995. A professora de 62 anos também doou plaquetas e medula óssea. “Doar é um ato de solidariedade e a minha motivação é saber que posso ajudar alguém e isso se chama amor, a cada três meses eu agendo minha doação no Hemoam”, conta a moradora do Bairro Cidade Nova, no Amazonas. 

O Governo Federal, por meio do Ministério da Saúde, reforça a importância da doação regular. “Vamos aproveitar essa oportunidade para reafirmar não só as ações de enfrentamento à pandemia, mas também a necessidade contínua de cumprir o preceito constitucional da saúde como direito fundamental. O sangue, ao longo do tempo, simboliza a vida. E nesse sentido, é importante a doação regular de sangue. Doe sangue regularmente, com a nossa união, a vida se completa”.

Onde doar sangue no Amazonas

Interessados em doar sangue devem procurar a Unidade de Coleta e Distribuição de Parintins, que fica Rua Pedro Ferreira Gonçalves, no 1771, bairro São José. O telefone para contato é o (92) 9912-34710.

Outras unidades também estão disponíveis para receber novos voluntários. Quem mora em Alvarães e Uarini, pode procurar o hemocentro regional de Tefé no endereço na – Estrada do Bexiga, sem número, cujo telefone é (97) 99164-4651.

Moradores de Itapiranga, Nova Olinda do Norte ou Silves, podem procurar o Hemocentro Regional de Itacoatiara no endereço Rua Acácio Leite, número 2593, no Hospital Geral, no bairro Iraci. Para ligar, disque (92) 99178-5484. Para saber mais informações sobre endereços e horários de funcionamento das unidades mais próximas de você, veja o mapa abaixo.

Critérios para doar sangue

Para doar sangue é necessário ter entre 16 e 69 anos de idade. Para os menores de idade, é preciso apresentar autorização dos responsáveis e os idosos entre 60 e 69 anos só podem doar se já o tiverem feito antes dos 60.

Além disso, é essencial pesar no mínimo 50 quilos e estar em bom estado de saúde. O doador pode doar até quatro vezes ao ano se for do sexo masculino (com intervalo de 2 meses entre as doações) e três vezes se for do sexo feminino (com intervalo de 3 meses entre as doações). Doar sangue regularmente é seguro e não apresenta riscos à saúde, pois todos os materiais utilizados para doação de sangue são descartáveis e de uso único. “O volume coletado não ultrapassa nem 15% da quantidade total que o doador possui e depois de 24 horas o volume é reposto naturalmente”, como reforça a Coordenação-Geral de Sangue e Hemoderivados da Secretaria de Atenção Especializada à Saúde do Ministério da Saúde.

Segurança na doação durante a pandemia

Todos os hemocentros e unidades de coleta do país adotaram os protocolos de contenção contra a Covid-19. As doações estão sendo realizadas através de agendamento prévio pela internet ou telefone para evitar aglomerações. Vale lembrar que até mesmo quem foi infectado pelo coronavírus pode doar sangue e medula óssea. No entanto, é necessário aguardar 30 dias após completa recuperação da doença.
 
Quem teve contato com pessoas infectadas também precisa esperar 14 dias para poder fazer a doação, apresentando RT-PCR negativo e ausência de sintomas. Já os vacinados, devem esperar o tempo de imunização que vai depender da marca do imunizante. Os vacinados com a CoronaVac devem aguardar 48 horas. E o tempo de espera para outras vacinas é de sete dias.
 
Vale lembrar que todos os tipos sanguíneos são importantes e não há um substituto para o sangue. Pessoas com doenças crônicas, tais como a talassemia e a doença falciforme, pessoas com determinados tipos de câncer, assim como aquelas que se submetem a transplantes e cirurgias de grande porte ou que se acidentam necessitam de transfusão de sangue.

Procure o hemocentro ou unidade de coleta mais próxima de sua região e agende a sua doação de sangue. Uma bolsa de apenas 450mL de sangue pode salvar até quatro vidas. Seja solidário. Doe sangue!
 
Mais informações sobre endereços e horários de funcionamento estão disponíveis no site hemoam.am.gov.br.

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26/08/2021 03:00h

Coordenador da unidade convida a população maranhense para doar e ajudar na demanda de pacientes que precisam de sangue

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Com o objetivo de aumentar os estoques sanguíneos do município de Imperatriz, o hemocentro da região convida novos voluntários à doação de sangue, já que há uma carência nas tipagens negativas. O coordenador do Hemonúcleo de Imperatriz, Robson Barbosa, conta que o estoque de sangue dos tipos AB e A negativos estão em estado crítico. Os outros tipos, em geral, permanecem estáveis para atender a uma demanda grande. 

“Hoje atendemos 21 municípios e somos o maior hemonúcleo do estado, só perdemos para o hemocentro coordenador. Temos pacientes oncológicos que aumentam ainda mais a demanda por hemocomponentes. Campanhas devem ser permanentes, pois se não tivermos doações simultâneas, as demandas serão maiores. O ideal é que sejam sempre doações permanentes. Somente a doação voluntária é capaz de salvar vidas”, afirma.

Contribua!

A assistente administrativa Ennys Viana, 33 anos, conta que é muito prazeroso ajudar alguém doando sangue. “Eu sempre tive medo de doar, mas hoje eu já não tenho mais. Eu me sinto muito grata e feliz e acredito que um dia alguém possa repetir o gesto para um familiar”, frisa a moradora do Bairro Miritiua, no município de São José de Ribamar, no Maranhão.

O Governo Federal, por meio do Ministério da Saúde, reforça a importância da doação regular. “Vamos aproveitar essa oportunidade para reafirmar não só as ações de enfrentamento à pandemia, mas também a necessidade contínua de cumprir o preceito constitucional da saúde como direito fundamental. O sangue, ao longo do tempo, simboliza a vida. E nesse sentido, é importante a doação regular de sangue. Doe sangue regularmente, com a nossa união, a vida se completa”.

Onde doar sangue no Maranhão

Interessados em doar sangue e medula óssea podem procurar, além do hemocentro coordenador do estado, em São Luís, um dos sete hemocentros regionais instalados em Balsas, Codó, Caxias, Pinheiro, Pedreiras, Imperatriz ou Santa Inês.

O Hemocentro Regional de Imperatriz, no Oeste Maranhense, está mais próximo dos municípios de Açailândia, João Lisboa, Montes Altos e Vila Nova dos Martírios. O endereço fica na Rua Coriolano Milhomem, 42, no Centro, cujo telefone é (99) 3525-2737.

Quem mora em Capinzal do Norte, Alto Alegre do Maranhão e Timbiras, deve procurar o Hemocentro do Codó no endereço Rua Barão do Rio Branco, sem número, em São Sebastião. Para ligar, disque (99) 3661-2266.

Residentes nos municípios de Buriti Bravo, Matões e Timon, podem procurar o Hemocentro Regional de Caxias no endereço da Av. Valter Brito, sem número — Campo de Belém. O telefone é o (99) 3521-1170. Para saber mais informações sobre endereços e horários de funcionamento das unidades mais próximas de você, veja o mapa abaixo. 

Critérios para doar sangue e medula óssea

De acordo com a Coordenação-Geral de Sangue e Derivados do Ministério da Saúde, o procedimento para doação de sangue é simples. Primeiro se faz o cadastro, aferição de sinais vitais, teste de anemia, triagem clínica, coleta de sangue e depois o lanche. Isso tudo leva em média 40 minutos.

Vale lembrar que até mesmo quem foi infectado pelo coronavírus pode doar sangue e medula óssea. No entanto, é necessário aguardar 30 dias após completa recuperação da doença. Quem teve contato com pessoas infectadas também precisa esperar 14 dias para poder fazer a doação, apresentando RT-PCR negativo e ausência de sintomas. Já os vacinados, devem esperar o tempo de imunização que vai depender da marca do imunizante.

Para doar sangue é necessário ter entre 16 e 69 anos de idade e pesar no mínimo 50 quilos. Mulheres podem doar até três vezes ao ano com intervalo de 3 meses entre as doações. Já os homens podem doar até quatro, com intervalo de 2 meses entre as doações. A doação é voluntária e uma bolsa de apenas 450mL de sangue pode ajudar até quatro pessoas.

Candidatos a doação de medula óssea devem ter entre 18 e 35 anos, estar em bom estado de saúde e não apresentar doença infecciosa ou incapacitante. Segundo o Redome, algumas complicações de saúde não são impeditivas para doação, sendo analisado caso a caso.

Doar sangue e medula é seguro! Com a pandemia, todos os protocolos de contenção contra a Covid-19 estão sendo realizados. No dia da doação, será preciso apresentar documento de identificação com foto. Para saber onde doar sangue ou se cadastrar para doar medula óssea acesse emserh.ma.gov.br.

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26/08/2021 03:00h

O local é responsável pelo atendimento de 46 municípios. Unidade intensifica estratégias para aumentar estoque, apesar do armazenamento estável

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Apesar de a pandemia da Covid-19 ter diminuído a ida de novos voluntários à doação de sangue aos hemocentros e ter causado instabilidade nos estoques, a unidade do Hemoal (Hemocentro de Alagoas) em Arapiraca mantém níveis sanguíneos seguros. No entanto, a prática da doação não pode parar, pois a unidade é responsável por 46 municípios, como Lagoa da Canoa, Craíbas e São Sebastião.

Gerson Alberto, supervisor do Hemoal em Arapiraca, conta que a unidade pensou em várias estratégias para captar mais doadores de sangue, principalmente a partir de visitas aos municípios e povoados da região alagoana. “As estratégias têm sido ir a entidades religiosas, comunidades, zonas rurais, povoados e associações de bairros, multiplicando a informação para que as pessoas possam conhecer a hemorrede'', destaca.

Doe mais

Iriane Martins, 35 anos, moradora do Bairro Pilar, em Alagoas, acredita que as pessoas precisam ser mais empáticas e exercer esse gesto de solidariedade. “Principalmente agora na pandemia em que todos precisam doar mais. A doação é muito mais que tirar uma bolsa de sangue, é também um método de autoavaliação e de saber como está a sua saúde”, assegura a professora de Língua Portuguesa. 

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, estima que cerca de três milhões de doações são feitas ao ano e que essa prática deve continuar. Dessa forma, é importante procurar um hemocentro mais próximo para fazer sua doação de sangue ou medula óssea. 

“Vamos aproveitar essa oportunidade para reafirmar não só as ações de enfrentamento à pandemia, mas também a necessidade contínua de cumprir o preceito constitucional da saúde como direito fundamental. O sangue, ao longo do tempo, simboliza a vida. E nesse sentido, é importante a doação regular de sangue. Doe sangue regularmente, com a nossa união, a vida se completa”, afirmou.

Onde doar sangue em Alagoas

Todos os hemocentros e unidades de coleta estão agendando as doações por telefone ou pelo site do Hemoal (cidadao.saude.al.gov.br/transparencia/doacoes/). 
Para doar em Arapiraca, que atende a municípios como Campo Grande, Feira Grande ou Lagoa da Canoa, disque (82) 3521-4934. A unidade fica na Rua Desportista Ernesto Alves Siqueira, número 49, Centro.  

Quem desejar doar na capital Maceió, pode ligar para o (82) 3315-2109. O doador também pode solicitar a Hemovan, que permite que grupos de 10 a 15 pessoas se reúnam e sejam transportados até Maceió ou Arapiraca para coleta.

Para saber mais informações sobre endereços e horários de funcionamento das unidades mais próximas de você, veja o mapa abaixo. 
Critérios para doar sangue e medula óssea.

De acordo com a Coordenação-Geral de Sangue e Derivados do Ministério da Saúde, o procedimento para doação de sangue é simples. Primeiro se faz o cadastro, aferição de sinais vitais, teste de anemia, triagem clínica, coleta de sangue e depois o lanche. Isso tudo leva em média 40 minutos.

Vale lembrar que até mesmo quem foi infectado pelo coronavírus pode doar sangue e medula óssea. No entanto, é necessário aguardar 30 dias após completa recuperação da doença. Quem teve contato com pessoas infectadas também precisa esperar 14 dias para poder fazer a doação, apresentando RT-PCR negativo e ausência de sintomas. Já os vacinados devem esperar o tempo de imunização, que vai depender da marca do imunizante.

Para doar sangue é necessário ter entre 16 e 69 anos de idade e pesar no mínimo 50 quilos. Mulheres podem doar até três vezes ao ano com intervalo de três meses entre as doações. Já os homens podem doar até quatro, com intervalo de dois meses. A doação é voluntária e uma bolsa de apenas 450mL de sangue pode ajudar até quatro pessoas.

Candidatos à doação de medula óssea devem ter entre 18 e 35 anos, estar em bom estado de saúde e não apresentar doença infecciosa ou incapacitante. Segundo o Redome, algumas complicações de saúde não são impeditivas para doação, sendo analisado caso a caso.

Doar sangue e medula é seguro! Com a pandemia, todos os protocolos de contenção contra a Covid-19 estão sendo realizados. No dia da doação, será preciso apresentar documento de identificação com foto. Para saber onde doar sangue ou se cadastrar para doar medula óssea, acesse saude.al.gov.br.

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10/08/2021 10:54h

Confira nesta edição do Dr Ajuda mais informações sobre Diabetes. O endocrinologista Daniel de Carvalho dá mais detalhes dessa doença 'silenciosa'.

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O Diabetes é uma doença em que a capacidade do corpo em utilizar o açúcar que está no sangue chamado Glicose está prejudicada. Não utilizando a Glicose, a taxa desse açúcar no sangue fica alta e é por isso que o Diabetes é popularmente conhecido como excesso de açúcar no sangue.

Mas, na maioria das vezes, o Diabetes é uma doença silenciosa que não tem nenhum sintoma.
Esse é um grande perigo! Se nada for feito, esse excesso de glicose no sangue  vai pouco a pouco  prejudicando diferentes órgãos sem que a pessoa perceba como o coração, cérebro, olhos, rim, nervos.

O que fazer então para saber de você tem diabetes? Você deve fazer um exame de sangue!
Os exames de sangue usados para o diagnóstico são a Glicemia de jejum e a Hemoglobina Glicada.

Se você tiver o diagnóstico de Diabetes, não deixe de procurar um médico, de preferência um Endocrinologista.

O controle dessa doença além de reduzir a ocorrência dos sintomas diminui também o risco de complicações.

Esta edição do Dr. Ajuda disponibiliza quatro áudios com os seguintes temas:

  • O que é Diabetes;
  • Sintomas;
  • Complicações;
  • Fatores de risco.

VEJA MAIS:
No Dia Nacional do Diabetes, entenda como doença pode causar cegueira
Dia Mundial da Obesidade é oportunidade para alertar sobre os riscos e falta de informação sobre a doença

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29/07/2021 13:30h

Último boletim epidemiológico do Ministério da Saúde mostra mais 1.344 novos óbitos. São Paulo tem 138.101 mortes acumuladas

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O último boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, divulgado na noite desta quarta-feira (28), mostra mais 1.344 novos óbitos relacionados à Covid-19. Com a atualização, o total de mortes acumuladas no país chegou a 553,1 mil. São Paulo é o estado com mais vidas perdidas na pandemia, com 138.101 vítimas.

O informe mostra ainda a confirmação de mais 48.013 diagnósticos positivos da doença em 24 horas, chegando a 19,7 milhões de brasileiros que já foram infectados pelo novo coronavírus. Destes, 18,5 milhões estão recuperados da Covid-19. 

A taxa de letalidade, que é resultado do total de óbitos entre o total de infectados, está em 2,8% no Brasil. O estado com a menor taxa é Roraima e o que possui a maior taxa é o Rio de Janeiro. Confira:

Taxa de letalidade nos estados 

  • Rio de Janeiro - 5,75%
  • São Paulo - 3,43%
  • Amazonas - 3,25%
  • Pernambuco - 3,18%
  • Maranhão - 2,86%
  • Goiás - 2,81%
  • Pará - 2,80%
  • Mato Grosso – 2,58%
  • Minas Gerais – 2,57%
  • Ceará – 2,56%
  • Paraná – 2,54%
  • Alagoas – 2,52%
  • Mato Grosso do Sul - 2,51%
  • Rondônia – 2,47%
  • Rio Grande do Sul – 2,44%
  • Piauí – 2,21%
  • Espírito Santo – 2,19%
  • Sergipe – 2,16%
  • Bahia – 2,16%
  • Distrito Federal – 2,14%
  • Paraíba – 2,14%
  • Acre – 2,07%
  • Rio Grande do Norte – 1,97%
  • Tocantins – 1,67%
  • Santa Catarina – 1,61%
  • Amapá – 1,57%
  • Roraima – 1,54%           

Entre os municípios, São Luiz do Paraitinga (SP) tem a maior letalidade do país: 28,95%. Na sequência, vêm Boa Vista do Gurupi (MA), com 26,67%; Miravânia (MG), com 20%; Paço do Lumiar (MA), que registra 16,32%; e Ribeirão (PE), cujo índice é de 15,84%. 

Do outro lado da lista, entre os municípios com as menores taxas de letalidade do Brasil, várias cidades aparecem com índice de zero, por não terem registrado óbitos, como São Francisco do Brejão (MA), Santa Filomena do Maranhão (MA), Patis (MG), Bonito de Minas (MG) e Massapê do Piauí (PI), todas com mais de 5 mil habitantes.

Acesse as informações sobre a Covid-19 no seu estado e município no portal brasil61.com/painelcovid.  

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26/07/2021 12:55h

Apesar de fundamental para reduzir chance de óbitos e agravamento de casos da Covid-19, as cirurgias bariátricas tiveram queda de 69,9% no número de procedimentos realizados pelo SUS no último ano

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O Brasil perdeu 36.331 vidas nesta pandemia de pessoas com obesidade, fator de risco para o agravamento de quadros da Covid-19. Somente na capital federal, 15,3% dos óbitos relacionados ao vírus foram de brasilienses com essa comorbidade. Por conta desse cenário, o Ministério da Saúde classificou a cirurgia bariátrica como um dos procedimentos eletivos essenciais.

A operação deverá ser priorizada na saúde pública e suplementar com retomada dos procedimentos em até 12 semanas, a contar do começo de julho, quando a recomendação foi publicada no documento Diretrizes da Atenção Especializada no Contexto da Pandemia de Covid-19, do Governo Federal.

Ao contrário de doenças pré-existentes como cardiopatia e diabetes, responsáveis pela maior parte dos casos de óbitos relacionados à Covid-19 de pessoas com comorbidades, a obesidade tem como característica a letalidade maior em pessoas com menos de 60 anos que acabam falecendo por conta da infecção, como mostra o último boletim epidemiológico especial publicado pelo Ministério da Saúde. Foram 21.336 óbitos registrados nessa população, enquanto 14.995 mortes foram de idosos. 

Questão de saúde

Todos esses fatos e estatísticas mostram que a cirurgia indicada em casos de obesidade é um procedimento baseado na saúde do paciente. É isso que explica o presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM), Fábio Viegas. O especialista avalia que entender a cirurgia bariátrica como um procedimento estético é minimizar a obesidade mórbida. 

“O paciente obeso mórbido possui uma incidência elevadíssima de morte precoce. 70% dos pacientes obesos mórbidos vão morrer antes dos 50 anos de idade, e vão morrer porque possuem hipertensão grave, diabetes, câncer de mama, câncer de endométrio, câncer de colo, vão morrer de apneia do sono, ou vão desenvolver insuficiência cardíaca, enfim. São mais de cinquenta doenças associadas.”

O médico ressalta ainda que é preciso analisar a obesidade mórbida como uma doença, pois o senso comum ainda enxerga o fator como algo possível de mudança, algo exclusivamente comportamental. “O obeso mórbido não é obeso porque quer. Nós estamos falando de uma doença que é metabólica, que é genética, que é multifatorial. Hoje, a obesidade mórbida é a principal causa de mortalidade no mundo, e, no Covid grave, nós assistimos uma incidência elevadíssima de pacientes jovens morrendo de Covid-19 porque eram obesos”, lembra.

Saúde afetada

Mariana Areal, 26 anos, realizou a cirurgia há pouco mais de um ano, por perceber que o sobrepeso estava prejudicando a saúde de diversas formas. “A minha saúde já estava muito afetada, eu tinha esteatose hepática, estava pré-diabética e alguns problemas que o sobrepeso acaba acarretando. Minha vida mudou totalmente. Eu tenho motivação para fazer pequenas coisas, coisas do dia a dia, que o peso atrapalhava. Porque também é um processo psicológico”, conta.

A estudante também cita o preconceito que existe na sociedade em relação à obesidade, diferente de outras doenças comuns. “Fui muito criticada por fazer essa escolha, com a idade que eu tenho, e ainda existe uma visão de que a cirurgia bariátrica é considerada muito perigosa, muito agressiva, mas isso mudou. A falta de informação também gera um preconceito. Sempre tem alguém que vai falar que era só fazer dieta, ir para a academia, ‘trancar’ a boca. Sempre tem alguém para julgar um processo pelo qual não tem conhecimento, mas a cirurgia era meu último recurso para recuperar a saúde”, diz Mariana. 

Queda na pandemia

Apesar de fundamental para reduzir chance de óbitos e agravamento de casos de infecção pelo novo coronavírus, as cirurgias bariátricas tiveram queda de 69,9% no número de procedimentos realizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no último ano. Foram realizados 12.568 tratamentos cirúrgicos de obesidade em 2019 e apenas 3.772 em 2020. 

Em 2021, até o mês de maio, o SUS registrou somente 484 cirurgias. No documento de diretrizes da atenção especializada do Ministério da Saúde, há o destaque de que o retardo no tratamento da obesidade pode resultar no aumento da morbimortalidade, e que é preciso acelerar o processo, pois o atraso resultará em danos maiores aos pacientes, com maior custo e sobrecarga, a médio prazo, para o sistema de saúde.

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19/07/2021 10:35h

Mais de 90 milhões de brasileiros já receberam a primeira dose da vacina contra a Covid-19, o que representa 56,2% da população acima de 18 anos, estimada em 160 milhões de pessoas

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O Brasil imunizou 56,2% da população vacinável com uma dose da vacina contra a Covid-19. Ao todo, 90 milhões de pessoas concluíram a primeira etapa da proteção viral, mais da metade da população acima de 18 anos, estimada em 160 milhões de pessoas. Os números foram alcançados neste domingo (18). 

Destes que receberam a primeira dose, 37,6% também receberam a segunda. O número total de brasileiros completamente imunizados chega a quase 34 milhões, somando aqueles que receberam a proteção de dose única. 

O Ministério da Saúde registra mais de 124 milhões de doses da vacina Covid-19 aplicadas no país e mais de 154 milhões de doses distribuídas a todas as unidades da federação.

Outras 600 milhões de doses de imunizantes de diferentes laboratórios foram encomendados e chegam até o fim de 2021.

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Brasil 61