MatoGrossodoSul

16/10/2021 17:17h

O fenômeno foi registrado nesta sexta-feira (15) e notificou ventos de quase 100 km/h. A Defesa Civil alerta para possíveis tempestades neste sábado (16)

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As tempestades de areia fizeram estragos no Mato Grosso do Sul nesta sexta-feira (15). A Defesa Civil do estado informou que 16 municípios foram afetados, entre eles a capital, Campo Grande, além de Dourados, Rio Brilhante, Miranda, Corumbá, Ponta Porã, Dois Irmãos do Buriti, Porto Murtinho, Juti, Novo Horizonte do Sul, Aquidauana, Anastácio, São Gabriel do Oeste, Nova Andradina, Três Lagoas e Corumbá. 

A tempestade fez o dia virar noite, o céu ficou um misto de poeira com nuvens escuras. Em Campo Grande, as rajadas de vento atingiram entre 54,55 quilômetros por hora (km/h) a 94,45 km/h, disse a Defesa Civil por nota. 

O meteorologista do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Mamedes Luiz Melo, disse que o fenômeno é comum em áreas agrícolas e explica por que ele acontece. “Isso ocorre normalmente em áreas de plantio, que passam todo o período de estiagem, fica toda aquela poeira solta que vai ressecando e normalmente o solo por estar desnudo sem nenhuma vegetação, aquece muito rápido e com a chegada da frente fria formam-se as tempestades de areia.”

O meteorologista afirma que qualquer lugar do país que esteja com condições climáticas citadas anteriormente está sujeito a receber o fenômeno, mas garante que após um ou dois episódios de chuva, a poeira tende a sedimentar dando fim as tempestades de poeira.

Nota publicada no site da Defesa Civil de Mato Grosso do Sul informa que a previsão para este sábado é de mais chuva. “Há chance de chuva com tempestades acompanhadas de raios e rajadas de vento entre 50-90 km/h”.
 

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Economia
01/01/2021 04:50h

Segundo o secretário de Fazenda, Felipe Mattos, o intuito é auxiliar o contribuinte que sempre manteve as contas em dia, mas que porventura não conseguiu quitar o tributo à vista

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Com o objetivo de facilitar a vida dos empresários que estão em débito com a Fazenda Pública, o governo do Mato Grosso do Sul autorizou o parcelamento de dívidas de ICMS não sujeitos ao Programa de Recuperação Fiscal (Refis). A medida consta no Decreto 15.571/2020.

Segundo o secretário de Fazenda, Felipe Mattos, o intuito é auxiliar o contribuinte que sempre manteve as contas em dia, mas que porventura não conseguiu quitar o tributo à vista. Além disso, Mattos destaca que as medidas de suporte são fundamentais para o setor produtivo em processo de retomada da economia.

Mercado prevê inflação pelo IPCA em 4,39%, em 2020

Os empresários sul-mato-grossenses que desejam regularizar também vão poder solicitar parcelamento sem necessidade de oferecer garantia real ou fiador; parcelar débitos que sejam objeto de benefícios fiscais concedidos pelo Fórum MS-Indústria; e em caso de ser devedor em recuperação judicial, parcelar em até 60 vezes, entre outras possibilidades.


 

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Economia
28/07/2020 13:55h

Recursos serão divididos entres os ministérios da Educação, do Desenvolvimento Regional e de Infraestrutura

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O governo federal encaminhou um projeto de lei ao Congresso Nacional para a abertura de crédito especial de R$ 20 milhões a serem distribuídos aos ministérios da Educação, do Desenvolvimento Regional e da Infraestrutura. Os recursos serão destinados para a construção e aquisição de equipamentos para a Unidade da Mulher e da Criança (UMC), no Estado do Mato Grosso do Sul e para  a elaboração de estudos de viabilidade técnica e ambiental para implantação de projetos públicos de irrigação no Maranhão.

Além disso, parte desses repasses deverão ser utilizados para a construção de pontes sobre o Rio Madeira na BR-319, no Município de Porto Velho (RO) e adequação de anel rodoviário na BR-020, no Município de Fortaleza (CE). Os recursos são provenientes do cancelamento de dotação previstas inicialmente no orçamento deste ano. 

Para que ocorra a liberação, o projeto deve ser analisado pela Comissão Mista de Orçamento (CMO) do Congresso Nacional, que ainda precisa ser instalada. Após passar pelo colegiado, a proposta segue para discussão e votação em uma sessão conjunta do Congresso. 
 

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Brasil 61