07/10/2022 03:15h

No mercado financeiro, o preço da saca de 60 quilos do milho teve salto de 0,16% e é negociada a R$ 83,04

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A saca de 60 quilos do café arábica começou a sexta-feira (7) com queda de 2,14% no preço e é vendida a R$ 1.233,20 na cidade de São Paulo. O café robusta também teve redução no valor. A baixa foi de 2,10% e a saca é comercializada a R$ 698,39 para retirada no Espírito Santo. 

O açúcar cristal teve aumento de 0,19% no preço e o produto é vendido a R$ 125,68 em São Paulo. Em Santos, no litoral paulista, o valor da saca de 50 quilos, sem impostos, caiu 1,76% e a mercadoria ainda é comercializada a R$ 125,88.

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No mercado financeiro, o preço da saca de 60 quilos do milho teve salto de 0,16% e é negociada a R$ 83,04. Em Cascavel, no Paraná, o preço é R$ 81. Em Rondonópolis, no Mato Grosso, o milho é vendido a R$ 73. Em Uberaba, Minas Gerais, o preço à vista é R$ 76. Os valores são do Canal Rural e Cepea. 
 

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07/10/2022 03:00h

O preço do quilo do frango congelado teve diminuição de 0,12% e o produto é vendido a R$ 8,10

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A cotação da arroba do boi gordo começou a sexta-feira (7) com alta de 2,22% e o produto é negociado a R$ 301,55 em São Paulo. Em Goiânia, o produto é vendido à vista a R$ 259. Já em Barretos e Araçatuba, em São Paulo, a arroba é comercializada a R$ 276. 

O preço do quilo do frango congelado teve diminuição de 0,12% e o produto é vendido a R$ 8,10. O preço do quilo do frango resfriado caiu 0,25% e a mercadoria é comercializada a R$ 8,07.

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No mercado financeiro, o preço da carcaça suína especial não sofreu variação e o produto ainda é negociado a R$ 9,62. Em Minas Gerais, o suíno vivo é vendido a R$ 6,78. No Paraná, o produto é comercializado à vista a R$ 6,39. Os valores são do Canal Rural e Cepea.


 

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06/10/2022 04:00h

No sábado (8) e no domingo (9), o Basa brindará os romeiros que participarem da Trasladação com apresentações culturais do Coral Vozes da Amazônia, do grupo AMA e do padre Antônio Maria

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A pandemia da Covid-19 impediu que a festa da Rainha da Amazônia fosse realizada durante dois anos. Mas, em 2022, o Círio de Nossa Senhora de Nazaré volta a reunir fiéis e devotos para as manifestações de fé.  Este ano, a celebração comemora 18 anos como Patrimônio Cultural do Brasil pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). 

Diante da importância do Círio de Nossa Senhora de Nazaré, o Banco da Amazônia (Basa) também contribui para a realização da festa. A instituição realiza uma série de homenagens. No sábado (8) e no domingo (9), o Banco brindará os romeiros que participarem da trasladação com apresentações culturais do Coral Vozes da Amazônia, do grupo AMA e do padre Antônio Maria.

Com o tema “A força da mulher no Círio de Nazaré”, o Basa enaltece a rainha da Amazônia no Círio. A coordenadora interina da Coordenação COMIF (Agricultura, Familiar, MPO e MEI) da Gerência Executiva Pessoa Física do Basa, Adriana Parente, explica que a importância dada às mulheres pelo banco é demonstrada pela disponibilidade de programas voltados exclusivamente a elas. 

“O Banco da Amazônia sempre está presente, apoiando as micro e pequenas, tanto na linha MEI quanto na linha de microcrédito. Nós desenvolvemos um trabalho valorizando as mulheres. Pelo MEI, temos os créditos na linha formal, além do Amazônia Florescer, que começou a oferecer crédito para mulheres empreendedoras em março de 2022, quando criamos essa linha Amazônia Florescer Pra Elas, específico para mulheres”, destaca. 

Programação

No sábado (8), as ações na trasladação começam a partir das 18 horas, com a participação do Coral Vozes da Amazônia. O grupo é formado por empregados e ex-empregados do banco, além de outros integrantes da comunidade. O repertório é formado por músicas marianas tradicionais. 

Às 18h30, o grupo AMA fará um show com músicas sacras. O ápice das homenagens ocorrerá assim que a berlinda com a imagem da Santa se aproximar do prédio da instituição, com show de fogos, chuva de pétalas de rosas e a apresentação do Padre Antônio Maria.

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Já no domingo (9), a partir das 8h15 o grupo AMA retorna ao palco montado em frente ao prédio sede do Banco da Amazônia para celebrar o domingo do Círio. Com a aproximação da berlinda, o Padre Antônio Maria entrará novamente em cena. Na passagem de Nossa Senhora de Nazaré, a imagem da Santa será também recebida com uma chuva de pétalas de rosas.

Campanha Social 

As homenagens tiveram início em agosto, com o lançamento da campanha social feita pelos colaboradores da Grande Belém e Matriz do Banco. A ação foi marcada pela arrecadação de alimentos e produtos de higiene à Casa de Plácidos. O espaço realiza acolhida aos romeiros e devotos, e ainda, à Cruz Vermelha, que atua na ajuda humanitária durante as procissões do Círio de Nazaré, em Belém. Esta campanha se encerrou no dia 23 de setembro de 2022.

O Basa também realiza, desde o dia 5 de setembro, as peregrinações internas nas dependências da Matriz e unidades da área metropolitana de Belém. O encerramento das peregrinações ocorre com a visita da imagem peregrina, onde é realizada uma Missa no auditório Rio Amazonas, no 15º andar do Banco. A Missa ocorre com a presença do bispo auxiliar da Arquidiocese de Belém, Dom Antônio de Assis Ribeiro, no dia 6 de outubro.

Em sua 15ª edição, o Banco da Amazônia realizará o tradicional jantar do Círio para arrecadação de dinheiro para as obras sociais da Arquidiocese de Belém. O jantar será na sede social da Assembleia Paraense, no dia 5 de outubro. O evento reunirá os principais clientes; o Arcebispo Metropolitano de Belém, Dom Alberto Taveira; membros da Diretoria da Festa de Nazaré; além de representantes da imprensa e parceiros da instituição.
 

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06/10/2022 04:00h

Trata-se do primeiro trimestre de alta do indicador desde o terceiro trimestre de 2020, interrompendo uma sequência de seis trimestres de redução

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A produtividade do trabalho na indústria de transformação brasileira registrou elevação de 2,3% no segundo trimestre de 2022, em relação ao primeiro trimestre do ano. O resultado levou em conta a série livre de efeitos sazonais. Os dados constam em estudo divulgado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

De acordo com o levantamento, trata-se do primeiro trimestre de alta do indicador desde o terceiro trimestre de 2020, interrompendo uma sequência de seis trimestres de redução.

O quadro é apresentado em um momento de aquecimento do mercado de trabalho, com a recuperação do emprego e do rendimento, assim como pela redução das dificuldades de se obter insumos e matérias-primas.

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O engenheiro mecânico industrial Francisco Oliver, de 62 anos, comemora o resultado. Na avaliação dele, se o país passar a investir mais na área, o desempenho será cada vez melhor.

“A indústria da transformação tem muito a contribuir para o desenvolvimento do país, por ser um setor um segmento muito empregador, desenvolver novas tecnologias e inovações, e sempre oferecer treinamento específico para a mão de obra. Em suma, se a economia voltar a crescer um pouco, esse desempenho pode melhorar ainda mais”, acredita.

Massa salarial

A massa salarial real da indústria de transformação na série livre de efeitos sazonais aumentou 1,3% em julho, na comparação com junho de 2022. O aumento acumulado entre junho e julho totaliza 3,8%. Com o salto, a massa salarial chegou ao ponto máximo desde março de 2020. Na comparação com julho de 2021, a alta é de 7,3%. 

O economista e professor da FGV-EAESP, Renan Pieri, analisa que a massa salarial depende do nível de qualificação dos profissionais, mas também do retorno que a empresa tem com as contratações. Ele explica que a produtividade na indústria, em geral, supera a dos outros setores, o que gera maiores receitas e melhores salários. 

“A indústria é fundamental para o desempenho da economia, possibilita bons trabalhos formais que geram impactos positivos em toda a economia. A indústria tem um potencial de crescimento no Brasil, apesar de alguns gargalos que vão desde a infraestrutura, complexidade tributária e a própria falta de mão-de-obra qualificada. Mas, certamente, o setor tem um potencial grande”, pontua.   

O rendimento médio real dos trabalhadores da indústria de transformação na série livre de efeitos sazonais, por sua vez, subiu 1% em julho de 2022, em relação ao mês de junho. O balanço mostra que houve uma recuperação recente, com alta de 2,8% no acumulado entre junho e julho. 
 

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06/10/2022 03:15h

No mercado financeiro, o preço da saca de 60 quilos do milho teve recuo de 0,43% e é negociada a R$ 82,91

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A saca de 60 quilos do café arábica começou a quinta-feira (6) com alta de 1,33% no preço e é vendida a R$ 1.260,20 na cidade de São Paulo. Já o café robusta teve redução no valor. A baixa foi de 0,38% e a saca é comercializada a R$ 713,38 para retirada no Espírito Santo. 

O açúcar cristal teve aumento de 0,02% no preço e o produto é vendido a R$ 125,44 em São Paulo. Em Santos, no litoral paulista, o valor da saca de 50 quilos, sem impostos, subiu 1,55% e a mercadoria ainda é comercializada a R$ 128,14.

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No mercado financeiro, o preço da saca de 60 quilos do milho teve recuo de 0,43% e é negociada a R$ 82,91. Em Cascavel, no Paraná, o preço é R$ 81. Em Rondonópolis, no Mato Grosso, o milho é vendido a R$ 73. Em Uberaba, Minas Gerais, o preço à vista é R$ 76. Os valores são do Canal Rural e Cepea. 
 

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06/10/2022 03:00h

O preço do quilo do frango congelado teve aumento de 0,37% e o produto é vendido a R$ 8,11

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A cotação da arroba do boi gordo começou a quinta-feira (6) com alta de 0,03% e o produto é negociado a R$ 295 em São Paulo. Em Goiânia, o produto é vendido à vista a R$ 259. Já em Barretos e Araçatuba, em São Paulo, a arroba é comercializada a R$ 274. 

O preço do quilo do frango congelado teve aumento de 0,37% e o produto é vendido a R$ 8,11. O preço do quilo do frango resfriado subiu 0,87% e a mercadoria é comercializada a R$ 8,09.

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No mercado financeiro, o preço da carcaça suína especial não sofreu variação e o produto ainda é negociado a R$ 9,62. Em Minas Gerais, o suíno vivo é vendido a R$ 6,76. No Paraná, o produto é comercializado à vista a R$ 6,39. Os valores são do Canal Rural e Cepea.

 

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05/10/2022 13:20h

Ao todo, o Brasil teve saldo positivo de 278.639 empregos com carteira assinada em agosto de 2022. O resultado é a diferença entre 2.051.800 contratações e 1.773.161 desligamentos

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O Brasil teve saldo positivo de 278.639 empregos com carteira assinada em agosto, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). O resultado é a diferença entre 2.051.800 contratações e 1.773.161 desligamentos. O balanço foi divulgado na última quinta-feira (29). O setor de serviços foi o que mais contratou, seguido pela indústria.

Empregos por setor

  • Serviços (141.113)
  • Indústria (52.760)
  • Comércio (41.886)
  • Construção (35.156)
  • Agropecuária (7.724)

“Mais uma vez, as 27 Unidades da Federação contribuíram para que os empregos fossem criados. Aproveito para ressaltar a importância da indústria. É o terceiro mês de crescimento do setor. Isso quer dizer que estamos retomando o crescimento da indústria. Isso é relevante porque traz um valor agregado aos nossos produtos e consequentemente, faz com que a balança comercial brasileira tenha um resultado muito mais favorável”, explica o ministro do Trabalho e Previdência, José Carlos Oliveira.

O resultado representa um salto na comparação com julho de 2022, quando foram abertas 202.902 vagas. Além disso, o salário médio de contrações aumentou, já que passou de R$ 1.920,57 em julho, para R$ 1.949,84 em agosto. Em agosto de 2021, o valor estava em R$ 1.951,30.

Indústria geral

Na avaliação de técnicos do governo, desde junho, a indústria se destaca nas contratações. O saldo foi de 52.760 admissões em agosto.  A expectativa é de que haja um saldo positivo de aproximadamente 200 mil postos de trabalho entre agosto e novembro de 2022.

O resultado pode, inclusive, contribuir para o aumento da média salarial, uma vez que os profissionais do setor costumam ter maior qualificação. É o caso do mineiro de Belo Horizonte Dalison Silva, de 37 anos, que buscou formação como técnico de refrigeração e climatização. 

“Graças a essa certificação, trilhei meu caminho profissional. Atualmente, estou me preparando para internacionalizar minha empresa. Darei continuidade à minha carreira profissional, aplicando meus conhecimentos adquiridos pelo SENAI e ao longo dos 19 anos de carreira profissional atuando no Brasil, expandindo ao mercado americano”, relata.  

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De acordo com o Mapa do Trabalho Industrial, compilado pelo Observatório Nacional da Indústria, o setor vai demandar ainda 9,6 milhões de trabalhadores qualificados em ocupações industriais até 2025. As áreas com maior demanda por formação são: transversais; metalmecânica; construção; logística e transporte; e alimentos e bebidas. 
 

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05/10/2022 04:00h

A contratação pela Lei da Aprendizagem deve representar vantagens tanto para o jovem quanto para a companhia. Pelos termos da lei, as empresas de médio e grande porte devem contratar uma porcentagem entre 5% e 15% de jovens com idade entre 14 e 24 anos como aprendizes

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Para 38% dos jovens ex-aprendizes, o principal motivo para estarem desempregados é não ter a experiência solicitada pelos recrutadores. É o que mostra a Pesquisa Anual de Empregabilidade do Espro (Ensino Social Profissionalizante). Diante desse quadro, especialistas defendem que as empresas não podem enxergar a Lei da Aprendizagem (10.097/2000) como uma obrigação, mas, sim, como uma oportunidade que apresenta vantagens tanto para o jovem quanto para a empresa. A economista e especialista em comportamento organizacional, Daniela Bona, entende que esse deve ser o objetivo da contração pela Lei da Aprendizagem. 

“Estando há 20 anos dentro de empresas, eu percebi que, apesar da falta de experiência, existe energia e muita vontade. No caso da Lei da Aprendizagem, eu a vejo como aglutinadora, porque ela atende aos anseios de todos que compõem o ambiente de trabalho. Uma resposta positiva a isso é que mais de 70% das vagas dos aprendizes foram mantidas pelas empresas até o fim do contrato. Pensando nas empresas em forma geral, elas se beneficiam ao promoverem a qualificação dos profissionais entrantes no mercado, com o foco do programa sendo de caráter profissionalizante”, considera.

O economista e pesquisador da Unicamp, Felipe Queiroz, defende que a Lei da Aprendizagem proporciona maior facilidade de acesso ao mercado de trabalho, e também eleva o nível de qualificação desses jovens. “Isso tem contribuído para que jovens que saem do ensino médio se insiram no mercado de trabalho como jovens aprendizes, assim como na condição de um profissional em formação. Abre essa oportunidade a esses futuros trabalhadores”, pontua.  

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O diretor-geral do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), Rafael Lucchesi, defende que a legislação deve ser mais rigorosa quanto à adesão das empresas, e as atividades precisam, de fato, preparar os jovens para o mercado de trabalho. A lei determina que as empresas de médio e grande porte devem contratar uma porcentagem entre 5% e 15% de jovens com idade entre 14 e 24 anos como aprendizes.

“A gente aqui faz uma legislação de aprendiz que acaba sendo algo que tem que ser imposta nas empresas, porque ela está muito longe do mundo do trabalho. Mas, também ela não cria nenhum ganho objetivo do ponto de vista social, porque isso é gasto como um recurso assistencialista. Você não ensina a pescar, você dá o peixe. Você vai ter um efeito de renda limitado, pequeno, durante o período do contrato de aprendiz, mas sem o resultado substantivo. É isso que está acontecendo no Brasil”, afirma.

Para a estudante de publicidade e propaganda Gabriela Monteiro, os jovens precisam de mais oportunidades no mercado de trabalho, pois respondem por uma parcela da população que pode agregar muito à economia do Brasil.

“Eu acho que é importante pensar nos jovens como futuros profissionais do Brasil, mas principalmente para o empreendedor. Muitas vezes, os contratantes não reconhecem a importância de dar oportunidade e abrir os caminhos, instruindo e capacitando para que todos nós possamos colher os frutos disso no futuro,” acredita.


 

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05/10/2022 03:00h

No mercado financeiro, o preço da carcaça suína especial teve salto de 0,84% e o produto é negociado a R$ 9,62

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A cotação da arroba do boi gordo começou a quarta-feira (5) com alta de 1,65% e o produto é negociado a R$ 294,90 em São Paulo. Em Goiânia, o produto é vendido à vista a R$ 259. Já em Barretos e Araçatuba, em São Paulo, a arroba é comercializada a R$ 274. 

O preço do quilo do frango congelado não sofreu variação e o produto ainda é vendido a R$ 8,08. O preço do quilo do frango resfriado também não mudou e a mercadoria ainda é comercializada a R$ 8,02.

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No mercado financeiro, o preço da carcaça suína especial teve salto de 0,84% e o produto é negociado a R$ 9,62. Em Minas Gerais, o suíno vivo é vendido a R$ 6,76. No Paraná, o produto é comercializado à vista a R$ 6,39. Os valores são do Canal Rural e Cepea.

 

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04/10/2022 04:00h

O programa, criado em 2007, completa 15 anos em dezembro de 2022. A proposta do Amazônia Florescer é possibilitar que empreendedores populares da região amazônica tenham acesso a recursos para financiamentos

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O Programa de Microcrédito Produtivo Orientado Amazônia Florescer completa 15 anos em dezembro de 2022. Criado para possibilitar que empreendedores populares da região amazônica tenham acesso ao crédito, já ofereceu cerca de R$ 1,1 bilhão nesse período. Os beneficiários são as pessoas físicas donas de microempreendimentos com renda bruta anual de até R$ 360 mil, que atuam no setor formal e informal da economia.

O Amazônia Florescer tem como principal agente de desenvolvimento na região o Banco da Amazônia (Basa). Segundo o gerente de Microfinanças da instituição financeira, Alexandre Trindade, o programa visa, entre outros pontos, universalizar o acesso ao crédito para negócios populares de pequeno porte, e gerar emprego e renda entre os microempreendedores. 

“Por menores que sejam esses negócios, eles são reconhecidos como empresas, visto que investem, correm risco e visam lucro. O Amazônia Florescer é um vetor na melhoria da qualidade de vida dessas famílias, para que tenham esse acesso ao crédito, assim como a oportunidade de fazer sua empresa crescer. O programa está voltado para o pessoal da base da pirâmide de renda”, destaca. 

Rede de unidades de microfinanças

  • Acre (Rio Branco)
  • Amapá (Macapá)
  • Amazonas (Itacoatiara, Manacapuru, Manaus)
  • Pará (Ananindeua, Abaetetuba, Altamira, Belém-Reduto, Belém-Pedreira, Bragança, Breves, Cametá, Capanema, Castanhal, Itaituba, Marabá, Parauapebas, Santarém, Tailândia, Tucuruí)
  • Rondônia (Ariquemes, Cacoal, Porto Velho, Ji-Paraná)
  • Roraima (Boa Vista)
  • Tocantins (Araguaína, Gurupi, Palmas)

O Programa Amazônia Florescer concede empréstimos simplificados, sem exigência de garantia real. Após cada experiência positiva, o cliente poderá obter empréstimos subseqüentes cada vez maiores, limitados à sua capacidade de pagamento a análise de risco, até o momento em que alcance um patamar que o capacite a participar de programas maiores.

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O programa é executado com finanças de aproximação, ou seja, o banco vai até o cliente e usa como representante uma empresa parceira, por meio de seus assessores de microcrédito. No caso do Banco da Amazônia, a representação é feita pela Amazoncred. O crédito é acessado por grupos solidários, com entre três e dez participantes, todos responsáveis por alguma atividade econômica.

Todo o processo de crédito é feito de forma digital, pela plataforma do MPO digital. Até o momento, o programa conta com 43 mil clientes ativos e mais de 450 mil operações realizadas. 
 

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Brasil 61