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LOC.: No Espírito Santo, o tempo médio para a abertura de uma empresa caiu para 14 horas ao final do segundo quadrimestre de 2022, ou seja, o período de maio a agosto. No mesmo período do ano passado, esse prazo estava em 1 dia e 5 horas, o que correspondeu a uma redução de 15 horas.
A média do Brasil ficou em 23 horas. O atual patamar corresponde a uma redução de 17 horas em relação ao final do primeiro quadrimestre deste ano. O vice-presidente da Federação das Indústrias do Espírito Santo, Paulo Alexandre Baraona, entende que a diminuição do tempo para abertura de uma empresa representa um avanço e incentiva os novos negócios na capital e no interior.
TEC./SONORA: Paulo Alexandre Baraona, vice-presidente da Federação das Indústrias do Espírito Santo
“Os grandes incentivos para os empreendedores então no ambiente de negócios, e a burocracia está dentro dessa questão. O estado ou município que cria menos dificuldade, com desburocratização de processos inerentes ao funcionamento das empresas, proporciona um incentivo natural para que o empresário se interesse em investir mais naquele estado ou município.”
LOC.: Na avaliação do especialista em contabilidade Neomar Camelo, a redução do prazo para se abrir uma empresa é essencial para a movimentação econômica.
TEC./SONORA: Neomar Camelo, especialista em contabilidade
“O que tem feito acelerar o tempo de abertura de uma empresa são novas tecnologias, com utilização de ferramentas e softwares mais avançados. Isso acelera a operacionalização da atividade do empresário. Quanto mais rápido estiver tudo registrado, o empresário terá a oportunidade de girar o seu negócio e, consequentemente, a economia do país.”
LOC.: Por meio de nota, o deputado federal Felipe Rigoni (União-ES) destacou que a redução desse prazo está relacionada à desburocratização e às condições dadas aos empresários pelo governo, aumentando a liberdade econômica do Espírito Santo.
Os dados constam no Painel Mapa de Empresas, divulgado pelo Ministério da Economia.
Reportagem, Marquezan Araújo