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LOC: O uso de tecnologias de baixo custo para redução de riscos em cidades localizadas em áreas de risco de desastres foi tema de debate promovido nesta quinta-feira, 29 de junho, pela Defesa Civil Nacional.
O evento abordou a importância de que as defesas civis de estados e municípios adotem ações que não dependam de grandes investimentos, mas que tenham efetividade na previsão de ocorrência de desastres.
Uma das participantes foi Natália Leite, diretora da Divisão de Prevenção da Defesa Civil de São Paulo. Ela contou que a documentação para a elaboração dos planos de contingência de áreas de risco não tinha um padrão. Por isso, o Google passou a ser usado na organização, otimizando o processo.
TEC/ASONORA: Natália Leite
“Usando o formulário do Google para automatizar a criação, a elaboração dos planos de contingência. A gente usa todas as ferramentas do Google pra automatizar, facilitar e otimizar a confecção dos nossos planos de contingência. A gente tem mais de 600 áreas de risco mapeadas. A gente estava com uma quantidade grande de documentos para fazer o plano de contingência para cada área. O nosso problema é que muitas vezes os documentos vinham com problema na formatação”
LOC: Outras tecnologias discutidas foram o uso de sensores na cidade de paulista de São Carlos, que alertam o nível dos rios sobe, e um aplicativo criado pelo município de Niterói, no Rio de Janeiro, para manter a população sempre informada sobre o risco de desastres.
Este foi o décimo terceiro evento da série Bate-papo com a Defesa Civil. Nas próximas edições, serão debatidos temas como a Interface de Divulgação de Alertas Públicos e sua contribuição para os municípios; o gerenciamento de abrigos temporários e ações de prevenção e assistência às vítimas.
Para ver a íntegra do debate, acesse mdr.gov.br.
Reportagem, Gabriela Sant´anna